# ÍNDICE HISTÓRICO DO FUTEBOL BRASILEIRO — IHFB

## BLOCO 10 — COMPETIÇÕES INTERCONTINENTAIS E MUNDIAIS

### REGULAMENTO DAS COMPETIÇÕES INTERCONTINENTAIS E MUNDIAIS — VERSÃO 1.0

**BLOCO 10 APROVADO — versão 1.0**  
**Data da aprovação e do congelamento:** 14 de agosto de 2026  
**Estado:** **aprovado e congelado** por autorização expressa do responsável pelo projeto  
**Versão anterior preservada:** proposta 0.1, de 14 de agosto de 2026  
**Dependências normativas:** subordinada aos Regulamentos dos Blocos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9, todos aprovados e congelados em suas versões 1.0  
**Escopo:** definir como o IHFB identificará, reconstruirá, classificará, periodizará e comparará competições de clubes potencialmente A7-ICO ou A8-MUN, assim como reconhecimentos intercontinentais ou mundiais posteriores, sem atribuir pontos, sem analisar o efeito sobre clubes e sem converter rótulos institucionais em equivalência esportiva automática.

### Registro de aprovação

Esta versão consolida, sem alteração material, a proposta 0.1. As **100 decisões** enumeradas na Seção 21 foram aprovadas integralmente e passam a integrar a metodologia congelada do IHFB.

Qualquer modificação futura dependerá de autorização expressa, causa metodológica admitida, registro da regra anterior e da nova regra, análise do impacto esperado e publicação de nova versão.

| Versão | Data | Estado | Alteração |
|---|---|---|---|
| 0.1 | 14 ago. 2026 | Proposta preservada | Formulação inicial completa da metodologia para competições intercontinentais e mundiais |
| 1.0 | 14 ago. 2026 | Aprovada e congelada | Consolidação sem alteração material após aprovação integral das 100 decisões |

### Resultado recomendado em uma frase

> Cada competição–edição deverá ser reconstruída no sistema mundial de clubes de sua própria época: primeiro se provam oficialidade, escala estrutural, pretensão de título, função, universo, acesso, campo, formato, governança, continuidade, reconhecimento e prestígio multicêntrico; depois se aplicam ARC, SAC, FCP, DCT, IPC e PCE, mantendo separadas a abrangência intercontinental, a abrangência mundial, a condição de campeão mundial reconhecido e a comparabilidade esportiva.

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## 1. Problema que precisamos resolver

### 1.1 “Intercontinental” e “mundial” não são sinônimos

Uma competição entre clubes de dois continentes é intercontinental. Isso não prova, por si só, que seu universo pretendesse representar todo o futebol mundial.

Em sentido inverso, uma competição mundial pode ter participantes efetivos de menos regiões do que previa seu regulamento, em razão de desistências, substituições, inexistência de rotas maduras ou contingências históricas. O IHFB deverá classificar primeiro o **universo ordinário e a função institucional**, e não apenas contar bandeiras presentes.

### 1.2 Competição mundial e título mundial reconhecido são objetos diferentes

Uma entidade poderá:

- organizar uma competição mundial;
- reconhecer posteriormente os vencedores de outra competição como campeões mundiais;
- incluir títulos distintos em uma lista conjunta;
- tratar uma família como antecessora de outra;
- reconhecer importância histórica sem declarar equivalência esportiva.

Essas operações não são intercambiáveis. O IHFB precisa registrar o texto exato, a autoridade, a data, o alcance e a vigência de cada ato.

### 1.3 A história mundial de clubes não foi linear

O sistema reuniu, em momentos diferentes:

- torneios multiclubes por convite;
- confronto entre campeões europeu e sul-americano;
- finais em ida e volta, desempates e jogo único;
- torneio FIFA com grupos;
- sistema anual de campeões das seis confederações;
- competição quadrienal com campeões, ranking, quotas e representante do país-sede;
- competições simultâneas que proclamaram títulos distintos na mesma temporada.

Não existe uma única linha simples na qual toda mudança de nome seja continuidade e toda mudança de formato seja ruptura.

### 1.4 Poucas partidas podem esconder acesso extraordinariamente difícil

Uma final intercontinental pode durar um ou dois jogos, mas uma rota ordinária pode exigir a conquista prévia da principal competição continental. A dificuldade será decomposta:

- **SAC** mede a barreira para chegar;
- **FCP** mede a força do campo no marco temporal congelado;
- **DCT** mede o caminho interno até o título.

O título continental alimentador não será copiado integralmente para dentro do torneio mundial, nem o reduzido número de partidas apagará a seletividade da vaga.

### 1.5 As rotas podem ser radicalmente assimétricas

Em um mesmo torneio, um participante pode entrar na final; outro, precisar atravessar quatro fases; um terceiro, classificar-se por ranking plurianual; outro, por vaga do anfitrião. Um único DCT uniforme falsificaria o regulamento.

O IHFB deverá publicar acesso e caminho **por rota**, sem confundir bye com mérito classificatório e sem considerar toda entrada tardia uma vantagem ou um privilégio de igual natureza.

### 1.6 “Campeões dos seis continentes” não prova força homogênea

Representatividade, força e dificuldade são dimensões diferentes. A presença de todas as confederações amplia ARC e pode afetar IPC; não permite presumir que os campeões tenham o mesmo nível esportivo.

FCP será estimada para os participantes reais no marco temporal previamente definido, sem bônus por continente, país, fama ou mercado.

### 1.7 O prestígio pode ser assimétrico entre regiões

Uma competição pode ser tratada como objetivo máximo em um continente e como obrigação secundária em outro. A cobertura jornalística, a disponibilidade de arquivos, a força econômica dos mercados e os calendários também são desiguais.

Uma média bruta de matérias ou receitas reproduziria poder de mercado, não necessariamente prestígio. IPC e PCE precisarão de corpus multicêntrico e resultados estratificados.

### 1.8 Neutralidade de sede não elimina assimetrias

Jogo em campo formalmente neutro pode ocorrer:

- perto de uma das torcidas;
- durante a temporada de uma região e as férias de outra;
- após viagens transmeridianas diferentes;
- em clima mais familiar a um participante;
- com períodos desiguais de descanso e preparação.

Esses elementos só entrarão quando forem estruturais, comparáveis e documentados. Não haverá correção anedótica após conhecido o vencedor.

### 1.9 O calendário mundial cria defasagens

Uma vaga pode ser conquistada anos antes do torneio. Elenco, treinador, força competitiva e prioridade podem mudar entre a classificação e a disputa. SAC pertence ao momento em que a rota foi vencida; FCP, ao marco temporal congelado da competição.

Longevidade do mérito classificatório e força atual não serão confundidas.

### 1.10 Torneios pioneiros exigem análise sem anacronismo

Antes da consolidação das seis confederações, das copas continentais regulares e de viagens comerciais acessíveis, exigir a mesma arquitetura contemporânea excluiria por definição qualquer iniciativa mundial pioneira.

Mas aceitar como mundial todo torneio internacional prestigioso seria o erro oposto. O IHFB precisa de uma porta histórica estrita, baseada em documentação contemporânea, universo pretendido, esforços de seleção e função titular.

### 1.11 Organização, sanção, patrocínio e execução podem estar separados

Uma entidade mundial pode apoiar ou reconhecer; duas confederações podem governar; uma federação nacional pode executar; uma empresa pode financiar e dar nome comercial. Nenhum desses papéis deverá ser deduzido do nome popular da taça.

### 1.12 Competições simultâneas impedem genealogias retrospectivas simples

Quando dois torneios coexistem, eles não podem ser silenciosamente fundidos como se fossem uma única edição. A continuidade alegada posteriormente será registrada, mas jogos, títulos, acessos e funções permanecerão autônomos até prova em contrário.

### 1.13 Periodicidade não é valor pronto

Ser anual, quadrienal, excepcional ou disputada uma única vez pode alterar oportunidade, seletividade, preparação e prestígio. Não haverá “bônus de raridade” nem “desconto por curta duração” automáticos.

### 1.14 Ausência histórica de oportunidade não gera campanha fictícia

Clubes de épocas sem competição mundial disponível não receberão pontos compensatórios. A desigualdade de oportunidades será tratada por rankings de era, cobertura e análise de robustez, não por títulos imaginários.

### 1.15 O risco central é somar o mesmo mérito várias vezes

O mesmo título continental pode:

- gerar pontuação própria no Bloco 9;
- abrir a vaga mundial;
- elevar SAC;
- determinar bye;
- alimentar uma narrativa de força;
- resultar em taça interna de fase.

Cada fato terá residência metodológica definida. Campanhas distintas podem ser reconhecidas; o mesmo mérito não poderá ser replicado dentro de várias variáveis.

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## 2. Proposta metodológica

### 2.1 Unidade principal

A unidade principal continuará sendo a **competição–edição**. Quando regulamento, acesso ou caminho produzirem rotas materialmente diferentes, serão publicados perfis por rota sem fragmentar artificialmente a identidade da edição.

Cada edição pertinente receberá um:

> **Dossiê de Competição Intercontinental ou Mundial — DCIM**

### 2.2 Saída técnica

O Bloco 10 não cria uma sétima variável “mundial”. Sua saída valorativa continuará sendo o Vetor de Valor Competitivo — VVC:

1. **ARC** — abrangência e representatividade competitiva;
2. **SAC** — seletividade de acesso;
3. **FCP** — força competitiva dos participantes;
4. **DCT** — dificuldade do caminho ao título;
5. **IPC** — prestígio contemporâneo;
6. **PCE** — prioridade competitiva efetiva.

A categoria A7 ou A8 informa a realidade estrutural que ARC deve representar; não multiplica o vetor por si só.

### 2.3 Quatro planos obrigatoriamente separados

Todo DCIM distinguirá:

| Plano | Pergunta | Saída |
|---|---|---|
| Estrutural | Qual era o universo ordinário e a escala da edição? | A7-ICO, A8-MUN, outra ou PD |
| Titular | Que título a competição afirmava conceder na própria época? | função e linguagem contemporâneas |
| Institucional vigente | Que reconhecimento posterior existe hoje? | DIP-ICO, DIP-MUN ou nenhum |
| Esportivo | Como acesso, campo, formato, prestígio e prioridade se comparam? | VVC e DCC, com incerteza |

Nenhuma saída de um plano preencherá automaticamente os demais.

### 2.4 Sistema histórico

Cada edição será situada no:

> **Sistema Histórico de Clubes Intercontinental–Mundial — SHCIM**

O SHCIM reconstruirá, por temporada:

- entidades e confederações operantes;
- competições continentais alimentadoras;
- torneios intercontinentais ou mundiais disponíveis;
- calendários e alternativas concorrentes;
- critérios de acesso;
- sedes, viagens e janelas de preparação;
- reconhecimentos vigentes naquele momento;
- competições simultâneas;
- consequências esportivas e econômicas.

### 2.5 Instrumentos centrais

| Instrumento | Função |
|---|---|
| DCIM | dossiê completo da competição–edição |
| TEIM | testar escala A7/A8 sem depender do nome |
| SHCIM | reconstruir o sistema disponível na temporada |
| MFIM | classificar função, estrutura e autonomia |
| ARA-IM | mapear cada rota de classificação e fase de entrada |
| PAIM | descrever a arquitetura do formato |
| CMCM | construir o corpus contemporâneo multicêntrico |
| FCIM/TCIM/PRIM | testar famílias, continuidade e rupturas |
| QGIM | separar papéis de governança |
| QCRIM | separar camadas de reconhecimento |
| RSM/MOIM | controlar sobreposição e oferta por temporada |
| MRE-IM | impedir dupla contagem de evidências |

### 2.6 Resultados possíveis

Após o protocolo, uma edição poderá ser:

- elegível no ranking principal e A7-ICO;
- elegível no ranking principal e A8-MUN;
- elegível em outra categoria já congelada;
- estruturalmente A7 com DIP-MUN posterior;
- oficial, mas fora do escopo adulto principal;
- não elegível no ranking principal e catalogada no índice complementar;
- pendente de documentação — PD;
- não elegível — NE.

### 2.7 Ordem obrigatória de trabalho

1. Resolver identidade, população esportiva e autonomia.
2. Reconstruir governança no QGIM.
3. Executar TEIM como teste de escala.
4. Aplicar elegibilidade e oficialidade do Bloco 1 para decidir ingresso no ranking principal.
5. Posicionar a edição no SHCIM e na MFIM.
6. Reconstruir universos e ARA-IM.
7. Fixar campo e marco temporal.
8. Construir PAIM e DCT por rota.
9. Estimar FCP e cobertura.
10. Construir CMCM, IPC e PCE.
11. Testar continuidade e eras.
12. Registrar reconhecimentos no QCRIM.
13. Controlar sobreposições no RSM.
14. Publicar VVC, incerteza e controvérsias.

### 2.8 Justificativa histórica

A arquitetura responde a fatos institucionais verificáveis. A FIFA registra que a edição de 2000 reuniu oito equipes das seis confederações e coexistiu com a antiga Copa Intercontinental; a UEFA registra que esta última colocava frente a frente os campeões europeu e sul-americano e passou ao jogo no Japão a partir de 1980; o Conselho da FIFA reconheceu em 2017 seus vencedores como campeões mundiais; e, desde 2024, a FIFA mantém simultaneamente um torneio anual de campeões continentais e uma competição quadrienal ampliada.

Uma metodologia que use apenas o rótulo “mundial” não consegue representar esses quatro fatos sem contradição.

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## 3. Teste de Escala Intercontinental e Mundial — TEIM

### 3.1 Objeto

O TEIM responde apenas:

> Qual era a escala estrutural ordinária da competição na edição estudada?

Não responde se o torneio era forte, prestigioso, prioritário, oficial ou equivalente a outro.

### 3.2 Critério A7-ICO

Será candidata a A7-ICO a edição cujo URE ordinário:

- conecte clubes de pelo menos dois sistemas confederativos ou macro-sistemas continentais historicamente correspondentes; ou
- reserve vagas a campeões, representantes ou classificados de pelo menos dois desses sistemas; ou
- constitua confronto titular formal entre sistemas continentais diferentes.

Uma presença externa isolada por convite não basta quando o desenho ordinário continua pertencendo a uma única confederação.

### 3.3 Critério A8-MUN contemporâneo

Será candidata a A8-MUN pela porta sistêmica moderna a edição que satisfaça cumulativamente:

1. finalidade institucional de determinar título mundial ou global de clubes;
2. acesso ordinário aberto, direta ou indiretamente, aos sistemas confederativos mundiais operantes;
3. rotas regulamentares que não estejam permanentemente fechadas a uma dupla predeterminada de continentes;
4. desenho regulamentar ou constitutivo documentável;
5. unidade competitiva autônoma.

No sistema contemporâneo de seis confederações, a regra exige rota ordinária para todas, ainda que uma edição concreta sofra desistência ou substituição.

### 3.4 Porta histórica A8-MUN

Para período anterior à consolidação do sistema moderno, o TEIM-HIS exigirá cumulativamente:

1. documento contemporâneo constitutivo que apresente finalidade mundial, não apenas internacional;
2. seleção desenhada em relação ao universo mundial de clubes competitivamente organizado e logisticamente alcançável na época;
3. ausência de limitação bilateral permanente no projeto;
4. esforços documentados de recrutamento ou qualificação em múltiplos centros relevantes;
5. critério esportivo, institucional ou representativo inteligível para os convites;
6. título autônomo e disputa efetiva;
7. evidência contemporânea suficiente para reconstruir desenho e governança;
8. corpus contemporâneo multinacional que confirme a função pretendida.

Se faltar prova indispensável, o resultado será TEIM-PD. A antiguidade não relaxa o ônus; altera o universo historicamente pertinente.

### 3.5 Participação efetiva e universo ordinário

O TEIM usará o URE, não uma contagem isolada de participantes. Assim:

- desistência não reduz automaticamente A8 a A7;
- convite excepcional não eleva automaticamente A6 a A7;
- representante do anfitrião não prova abertura mundial;
- ausência de um país não elimina a escala de sua rota continental;
- presença de clubes famosos não substitui o teste.

### 3.6 Nome, publicidade e troféu

As palavras “Mundial”, “World”, “Intercontinental”, “Internacional” ou equivalentes são evidências linguísticas. Não são classificação automática.

O nome comercial, a inscrição no troféu e a publicidade integrarão QCRIM e IPC, conservando-se a necessidade de prova estrutural.

### 3.7 Organizador

FIFA como organizadora é forte evidência institucional de alcance global, mas o TEIM ainda examinará URE e função. Confederação, federação nacional ou terceiro também poderão participar de competição A7/A8 se a via de oficialidade e o universo forem provados.

### 3.8 Resultados do teste

- **TEIM-A7** — alcance intercontinental estrutural provado;
- **TEIM-A8** — alcance mundial estrutural provado;
- **TEIM-OUTRA** — outra abrangência;
- **TEIM-PD** — documentação insuficiente ou contraditória.

### 3.9 Escala original e reconhecimento posterior

Um DIP-MUN não reescreverá a escala original. A base poderá registrar, por exemplo:

> AEC = A7-ICO; reconhecimento vigente do vencedor = campeão mundial por DIP-MUN.

Essa dupla anotação é deliberada, não contraditória.

### 3.10 Hipóteses abstratas

**Torneio Alfa.** Campeões de seis sistemas continentais possuem vagas regulamentares, mas um desiste. A escala poderá continuar A8; CPE, FCP e representatividade efetiva registrarão a ausência.

**Taça Beta.** Campeões de duas confederações disputam uma final, e seus vencedores recebem décadas depois reconhecimento mundial. A escala original poderá ser A7 com DIP-MUN.

**Copa Gama.** Oito convidados de três continentes são escolhidos comercialmente, sem universo declarado nem ato mundial. Poderá ser A7, PD ou não elegível; prestígio não resolve TEIM.

**Torneio Delta.** Em época sem sistema confederativo completo, documentos mostram propósito mundial, convites esportivamente fundamentados e tentativas de reunir todos os centros viáveis. TEIM-HIS será aplicado sem conclusão antecipada.

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## 4. SHCIM e Matriz de Função Intercontinental–Mundial — MFIM

### 4.1 Por que função importa

Dois torneios A8 podem exercer papéis diferentes: um anual entre campeões continentais; outro quadrienal e multiclubes. Duas competições A7 podem ser, respectivamente, decisão entre campeões e torneio invitacional multiclubes.

Função descreve o sistema; não cria peso nominal.

### 4.2 Eixos herdados

A MFIM aplicará os eixos congelados:

- **EVC** — estrutura vertical competitiva;
- **FSC** — forma sistêmica da competição;
- **HSC** — hierarquia sistêmica contemporânea;
- **AUT** — autonomia do título.

### 4.3 Formas funcionais

O FSC poderá registrar:

- campeonato ou copa mundial multiclubes;
- copa anual de campeões continentais;
- decisão intercontinental entre campeões;
- torneio intercontinental multiclubes;
- competição de campeões históricos;
- competição qualificatória autônoma;
- fase integrada com taça intermediária;
- desafio oficial de edição única;
- estrutura híbrida.

### 4.4 Hierarquia sistêmica

HSC poderá classificar a função demonstrada na própria época como:

- principal mundial;
- principal anual mundial;
- principal intercontinental dentro do universo bilateral;
- paralela;
- complementar;
- qualificatória;
- experimental;
- outra;
- PD.

“Principal mundial” e “principal anual mundial” não são equivalentes automáticos. A coexistência poderá produzir duas funções centrais com periodicidades diferentes.

### 4.5 Autonomia e taças intermediárias

Uma fase nomeada e acompanhada de troféu não será automaticamente AU1. O teste AUT examinará:

- título próprio no regulamento;
- entrada e conclusão autônomas;
- campeão formalmente proclamado;
- possibilidade de existir sem a competição maior;
- estatística e sanção próprias;
- separação de jogos e resultados;
- função no sistema.

Quando permanecer parte integrada, será AU2 ou marcador de fase conforme os regulamentos anteriores.

### 4.6 Registro de Títulos e Fases Internas — RTFI

O RTFI ligará:

- competição principal;
- fase;
- taça intermediária;
- jogos utilizados;
- resultado;
- eventual AUT;
- sobreposição no RSM.

Nenhuma taça interna será somada ao título principal antes dos Blocos 13 e 14.

### 4.7 Consequência classificatória

Ser campeão mundial pode gerar vaga futura, escudo, premiação ou qualificação automática. Essa consequência será registrada em SAC da competição de destino ou no contexto econômico; não elevará retroativamente o valor da competição de origem.

### 4.8 Matriz por temporada

O SHCIM publicará uma linha para cada competição disponível e colunas para:

- escala;
- oficialidade;
- periodicidade;
- função;
- participantes-alvo;
- concorrentes de calendário;
- rota de acesso;
- consequência;
- organizador;
- status titular contemporâneo;
- reconhecimento atual.

### 4.9 Coexistência

Duas competições no mesmo ano poderão ambas ser oficiais e importantes. O IHFB não escolherá uma como “verdadeira” por conveniência; reconstruirá função, escala, acesso, prestígio e reconhecimento de cada uma.

### 4.10 Resultado institucional não é hierarquia esportiva

Inclusão em roll of honour, mudança de marca ou declaração de sucessão alimentará QCRIM e FCIM. HSC continuará dependente da função efetiva e das evidências contemporâneas.

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## 5. Universos e acesso

### 5.1 Quatro universos

Cada DCIM distinguirá:

1. **Universo Mundial Potencial — UMP-IM:** sistemas, associações e clubes que poderiam, em tese histórica, alimentar a competição;
2. **Universo Regulamentar Elegível — URE-IM:** quem podia obter vaga segundo as normas;
3. **Núcleo de Oportunidade de Vaga — NOV-IM:** clubes que efetivamente disputaram os filtros relevantes;
4. **Campo de Participantes Efetivos — CPE-IM:** inscritos e participantes da edição.

### 5.2 UMP historicamente variável

UMP-IM será reconstruído com base em:

- existência das confederações e associações;
- profissionalização e competições continentais operantes;
- possibilidade logística real;
- sanções políticas ou institucionais;
- disponibilidade de calendários;
- documentação de contatos e convites.

Não se projetará a geografia institucional de 2026 sobre 1951, 1960 ou 2000.

### 5.3 Árvore de Rotas de Acesso — ARA-IM

Cada vaga registrará:

- origem institucional;
- competição ou ranking alimentador;
- período de apuração;
- mérito exigido;
- confederação e associação;
- limite por país;
- fase de entrada;
- regra de repetição de campeão;
- substituição e contingência;
- datas de obtenção e confirmação;
- fonte primária.

### 5.4 Tipologia de rotas

Serão separadas:

- título continental vigente;
- título continental dentro de ciclo plurianual;
- ranking confederativo;
- título mundial anterior;
- posição nacional ou taça doméstica do anfitrião;
- escolha esportiva do país-sede;
- convite por prestígio;
- convite institucional;
- convite comercial;
- vaga do organizador;
- substituição por desistência;
- qualificação em playoff autônomo;
- transferência de outra competição.

### 5.5 Mérito alimentador e SAC

O IHFB não somará ao torneio mundial o valor integral da competição continental. ARA-IM traduzirá o fato em barreira seletiva:

- tamanho e força do universo perseguindo a vaga;
- dificuldade esportiva do filtro;
- exclusividade temporal;
- alternativas disponíveis;
- estabilidade e transparência do critério.

### 5.6 Classificação plurianual

Em ciclos de vários anos, o DCIM registrará:

- quantas temporadas alimentam a vaga;
- peso de título e ranking no regulamento real;
- duplicidade de vencedores;
- realocação de vagas;
- limite por associação;
- mudanças de fórmula durante o ciclo;
- data em que cada clube se tornou matematicamente classificado.

### 5.7 Defasagem de Qualificação — DQ-IM

DQ-IM será diagnóstico entre:

- data do mérito original;
- data da confirmação da vaga;
- marco T0-IM;
- data da entrada efetiva.

Não será coeficiente autônomo. Poderá explicar mudanças em FCP, PCE, elenco e incerteza.

### 5.8 Vaga do anfitrião

“Anfitrião” não é uma rota única. Será necessário provar se a vaga veio de:

- campeão nacional;
- campeão de fase regular;
- playoff;
- ranking;
- indicação da associação;
- decisão do organizador;
- critério híbrido.

O efeito recairá sobre SAC e, se houver mando ou proximidade, sobre DCT/PCE pelos canais próprios.

### 5.9 Limite por país

Cap nacional será registrado como regra de representatividade e acesso. Ele poderá:

- ampliar diversidade;
- excluir clube forte;
- alterar NOV-IM;
- mudar a distribuição de FCP;
- realocar vaga.

Não haverá bônus ou desconto abstrato.

### 5.10 Repetição de campeão

Quando um clube preenche múltiplas rotas, a vaga redistribuída conservará:

- rota original;
- regra de realocação;
- novo beneficiário institucional;
- diferença de mérito;
- efeito na seletividade.

### 5.11 Entrada tardia

A classificação que concede bye pertence a SAC; o número e a distribuição de partidas evitadas pertencem a DCT. O mesmo bye não será contado duas vezes.

### 5.12 Convite

Convite não invalida nem valoriza automaticamente. O DCIM registrará seu fundamento, transparência, seletividade, universo de escolha e relação com o campo desejado.

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## 6. Campo, força e cobertura mundial

### 6.1 Marco temporal — T0-IM

FCP será congelada no instante anterior à primeira partida integrante da edição, conforme os Blocos 3 e 5. Resultados produzidos dentro do próprio torneio não serão usados para provar retrospectivamente a força inicial.

### 6.2 Campo de definição escalonada

Quando uma vaga ainda não estiver decidida em T0-IM, o participante posteriormente apurado será avaliado com os dados que possuía em T0-IM. Sua campanha posterior de classificação não poderá contaminar a estimativa.

O DCIM registrará esse caso como **Campo de Definição Escalonada — CDE-IM**.

### 6.3 Participantes e ausências

Serão separados:

- campo previsto;
- titulares regulamentares;
- classificados;
- convidados;
- inscritos;
- desistentes;
- substitutos;
- participantes efetivos;
- impedidos por sanção;
- ausentes por conflito de calendário.

### 6.4 Núcleo Potencial Mundial — NPM

NPM será o conjunto ex ante dos clubes mais fortes do UMP-IM segundo o método do Bloco 5, sem lista eterna de “grandes”.

### 6.5 Núcleo Elegível Mundial — NEM

NEM aplicará o mesmo critério ao URE-IM. A diferença NPM–NEM mostrará o efeito da arquitetura de acesso antes de se observar o campo.

### 6.6 Cobertura

Serão publicados:

- **CCM-P:** cobertura do NPM pelo URE-IM e pelo campo;
- **CCM-E:** cobertura do NEM pelo campo efetivo.

São diagnósticos de cobertura, não variáveis adicionais.

### 6.7 Perfil de Força Confederativa — PFC-IM

PFC-IM descreverá, no T0-IM:

- distribuição de força por confederação;
- dispersão interna;
- posição dos campeões frente aos demais clubes de seu sistema;
- cobertura e incerteza dos dados.

Não haverá coeficiente fixo por continente.

### 6.8 Campo pequeno

Campo de dois ou seis clubes pode concentrar alta força máxima e grande seletividade. Campo de 32 pode ter maior profundidade, diversidade e número de adversários. O VVC conservará essas diferenças sem obrigar dominância total de um formato.

### 6.9 Reputação histórica

Camisa, torcida, títulos passados e valor comercial não substituirão força no T0-IM. Dados retrospectivos só poderão entrar pelo método longitudinal já congelado e sem conhecer o resultado da edição.

### 6.10 Dados desiguais entre continentes

Ausência de avaliação financeira, ranking ou estatística em uma região ampliará o intervalo de incerteza. Não autorizará atribuição automática de baixa força.

### 6.11 Campeão continental

O rótulo de campeão prova a rota. A força atual será medida separadamente. Um campeão pode chegar ao mundial mais forte, semelhante ou mais fraco do que no momento da conquista continental.

### 6.12 Clubes não elegíveis

Clubes fortes excluídos por quota, limite nacional ou ausência de título informarão CCM-P e o diagnóstico de representatividade; não serão inseridos ficticiamente no campo.

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## 7. Formato e dificuldade do caminho

### 7.1 Perfil de Arquitetura Intercontinental–Mundial — PAIM

PAIM registrará:

- número de participantes;
- grupos, chaves e séries;
- pontos corridos, mata-mata ou híbrido;
- jogos únicos, ida e volta e desempates;
- local de cada partida;
- seeding e restrições de sorteio;
- byes e fases de entrada;
- terceiro lugar;
- prorrogação e pênaltis;
- intervalo entre jogos;
- duração total da edição;
- mudança de elenco permitida;
- taças intermediárias.

### 7.2 DCT por rota — DCT-R

Quando os caminhos forem assimétricos, o IHFB publicará distribuição DCT-R para cada rota de entrada. Não fingirá que disputar uma partida e disputar quatro constituem o mesmo caminho interno.

### 7.3 Distribuição ex ante

DCT usará todos os caminhos possíveis conhecidos em T0-IM, ponderados pelo regulamento e pelos sorteios disponíveis. O caminho retrospectivo do campeão não definirá a dificuldade da edição.

### 7.4 Confronto curto

Uma final curta poderá combinar SAC muito alta, FCP concentrada e DCT curta. A metodologia preservará o perfil cruzado; não transformará “um jogo” em desvalor geral.

### 7.5 Ida e volta

Serão reconstruídos:

- critério de pontos ou agregado;
- existência de jogo de desempate;
- mando e ordem dos jogos;
- gol fora, quando aplicável;
- intervalo e viagens;
- desistência ou substituição.

### 7.6 Jogo único neutro

Neutralidade formal será separada de neutralidade material. Sede fixa poderá melhorar previsibilidade, reduzir ou ampliar viagem e concentrar público de uma região.

### 7.7 Grupos

DCT considerará:

- tamanho e composição dos potes;
- restrições geográficas;
- número de classificados;
- critérios de desempate;
- possibilidade de acordo tácito no último jogo;
- descanso e deslocamento;
- distribuição de oponentes possíveis.

### 7.8 Bye

Bye será descrito como consequência da rota e como redução do caminho interno. Não será presumido justo, injusto, fácil ou prestigioso sem análise.

### 7.9 Sedes múltiplas

Viagens internas, mudanças de fuso, altitude, clima e descanso só afetarão DCT quando forem previstos ex ante, materialmente assimétricos e verificáveis.

### 7.10 Duração escalonada

Competição disputada em vários meses exigirá:

- T0-IM único para FCP;
- marcos de entrada registrados;
- mapa de mudanças regulamentares e de elenco;
- PCE por fase quando necessário;
- incerteza caso o campo mude substancialmente.

### 7.11 Mudança de elenco

Janela extraordinária, substituições entre fases ou contratos que terminem durante o torneio integrarão PAIM e poderão alterar DCT/PCE. Não haverá reconstrução seletiva baseada no campeão.

### 7.12 Terceiro lugar

A existência de disputa de terceiro lugar será registrada para o Bloco 11. Ela não elevará automaticamente o valor do título nem criará pontuação nesta fase.

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## 8. Logística, calendário e equilíbrio temporal

### 8.1 Registro Logístico Mundial — RLM

RLM registrará por rota:

- distância e duração estimada de viagem;
- fusos atravessados e direção;
- antecedência de chegada;
- descanso desde o último jogo oficial;
- fase da temporada doméstica;
- clima e altitude;
- mando, sede e concentração de torcida;
- deslocamentos durante a competição.

### 8.2 Evidência, não intuição

Pesquisas com futebolistas de elite associam maior travessia de fusos a pior percepção de fadiga e sono, mas os efeitos possuem variação e poder explicativo limitado. Por isso, logística não será bônus fixo por continente ou distância.

### 8.3 Fase da temporada

Será registrado se o clube estava:

- em início de temporada;
- em meio de calendário;
- em encerramento;
- em pré-temporada;
- em férias interrompidas;
- sob congestionamento excepcional.

Não se presumirá vantagem universal de nenhuma condição.

### 8.4 Cesta de Alternativas de Calendário Mundial — CACM

Para PCE, a cesta de objetivos disponíveis incluirá apenas competições e compromissos reais da época:

- liga e copa domésticas;
- torneios continentais;
- seleções e cessão de atletas;
- pré-temporada;
- descanso regulamentar;
- outros torneios intercontinentais simultâneos.

### 8.5 Janela extraordinária

Regra especial de inscrição será tratada como evidência de que calendários e contratos não estavam plenamente sincronizados. Seu efeito será reconstruído edição a edição.

### 8.6 Mando alternado

Sede alternada por confederação poderá reduzir assimetria ao longo de ciclos, mas cada edição será avaliada individualmente. Equilíbrio plurianual não torna cada jogo neutro.

### 8.7 Concentração em sede única

Sede única pode:

- equalizar deslocamentos internos;
- favorecer o anfitrião;
- gerar aclimatação desigual;
- produzir público assimétrico;
- facilitar logística comercial.

O efeito precisa ser medido, não presumido.

### 8.8 Segurança e crise

Mudança de sede por violência, epidemia, guerra, desastre ou risco operacional será registrada como contingência. A edição não receberá desconto automático, mas formato, campo, prioridade e incerteza poderão mudar.

### 8.9 Viagem herdada da classificação

Deslocamentos realizados na competição continental alimentadora pertencem àquela campanha. Só a logística interna ou imediatamente necessária à competição mundial integrará DCT/PCE mundial.

### 8.10 Normalização histórica

Distâncias serão contextualizadas por meios de transporte, duração, conexões, condições de recuperação e práticas médicas da época. Quilômetros nominais não serão comparados isoladamente entre décadas.

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## 9. Prestígio contemporâneo e prioridade multicêntrica

### 9.1 Corpus Mundial Contemporâneo Multicêntrico — CMCM

IPC e PCE exigirão CMCM próprio por família e era. O corpus buscará, quando disponíveis:

- organizador e entidades sancionadoras;
- confederações e associações envolvidas;
- clubes participantes;
- imprensa da sede;
- imprensa de cada sistema representado;
- veículos generalistas e esportivos;
- documentos comerciais e públicos;
- declarações de jogadores, treinadores e dirigentes;
- escalações, viagens e preparação.

### 9.2 Cobertura mínima

Em competição mundial moderna, o CMCM buscará todas as seis confederações, com amostragem estratificada. Em competição bilateral A7, cobrirá ambos os sistemas e, quando houver, a sede externa.

Ausência arquivística será publicada; não será preenchida por impressão brasileira.

### 9.3 Idiomas

Serão incluídos os idiomas pertinentes aos organizadores, participantes e principais centros. Traduções registrarão original, tradutor ou ferramenta, incerteza semântica e termos titulares sensíveis.

### 9.4 IPC global e estratificado

IPC continuará sendo uma variável única, mas sua evidência será publicada:

- por confederação;
- por participante;
- por fase;
- por tipo de fonte;
- em síntese equilibrada.

Não se ponderará automaticamente pelo tamanho de audiência ou mercado.

### 9.5 PCE global e estratificada

PCE observará:

- titulares utilizados;
- convocações e retornos antecipados;
- descanso e rotação;
- preparação específica;
- desistências e recusas;
- declarações anteriores à disputa;
- custo de abandonar alternativas;
- comportamento em partidas.

Uma região poderá apresentar PCE diferente de outra sem invalidar a competição.

### 9.6 Linguagem promocional

“Maior”, “melhor”, “única”, “primeiro verdadeiro mundial” e expressões semelhantes serão evidências de discurso institucional. Exigirão triangulação com conduta, imprensa, público e escolhas esportivas.

### 9.7 Público e audiência

Serão registrados:

- pagantes e presentes;
- capacidade e ocupação;
- preço relativo;
- audiência e metodologia de medição;
- alcance territorial;
- transmissão gratuita ou paga;
- comparáveis contemporâneos.

Dados do organizador conservarão essa proveniência e não serão tratados como auditoria independente.

### 9.8 Economia

Premiação, garantia, bilheteria, direitos e participação financeira serão comparados:

- com receitas e folhas dos clubes;
- com torneios alternativos da época;
- por paridade e moeda real quando possível;
- considerando pagamento por participação e por desempenho;
- sem copiar valor econômico para FCP ou DCT.

### 9.9 Celebração posterior

Memória, museu e celebração de aniversário ajudam a medir legado, não IPC original. A fonte contemporânea terá precedência para prestígio da época.

### 9.10 Recusa e substituição

Recusa pode indicar baixa prioridade, conflito de calendário, segurança, custo ou impedimento político. A causa deverá ser provada; o simples não comparecimento não autoriza interpretação única.

### 9.11 Clubes titulares e reservas

PCE avaliará contexto de elenco, lesões, cessões e calendário. “Time reserva” não será declarado por número de mudanças isolado.

### 9.12 Conclusão multicêntrica

Quando evidências regionais divergirem, o IHFB publicará a divergência. Não forçará falsa unanimidade mundial.

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## 10. Periodicidade, oportunidade e escassez

### 10.1 Frequência como propriedade

Periodicidade será registrada como anual, bienal, quadrienal, irregular, única ou extraordinária. Ela poderá afetar SAC, IPC, PCE, preparação e oportunidade histórica, mas não será multiplicador autônomo.

### 10.2 Ciclo plurianual

Em torneio quadrienal, a vaga poderá sintetizar quatro temporadas de mérito. O DCIM distinguirá:

- conquista que garante acesso direto;
- ranking de consistência;
- tempo de espera;
- limite por país;
- recertificação de elegibilidade;
- força no T0-IM.

### 10.3 Raridade

Uma taça rara não vale mais apenas porque poucas edições existiram. Escassez de oportunidade poderá aumentar a seletividade ou o prestígio demonstrado; deverá entrar por essas variáveis.

### 10.4 Longevidade

Torneio de edição única poderá ser elegível. Torneio longevo não receberá bônus por sobrevivência. Longevidade ajuda a estudar institucionalização e continuidade, não valor automático de cada edição.

### 10.5 Oportunidade por geração

O catálogo registrará quantas oportunidades A7 e A8 estavam disponíveis por temporada e por sistema. Essa informação servirá a rankings por era e à análise de sensibilidade.

### 10.6 Não compensação

Não haverá:

- título hipotético em ano sem competição;
- pontuação por classificação não convertida em torneio cancelado, salvo regra futura específica do Bloco 13;
- bônus por nascer em época com menos oportunidades;
- desconto por disputar época com mais oportunidades.

### 10.7 Calendário concorrente anual–quadrienal

Quando competição anual e quadrienal coexistirem, ambas integrarão MOIM. A qualificação simultânea a duas competições será registrada como duas oportunidades distintas, sem fusão de títulos.

### 10.8 Edição atrasada

Ano nominal, temporada de classificação, data efetiva e ciclo serão campos separados. Atraso não autoriza mover a campanha arbitrariamente entre eras.

### 10.9 Hiato

Interrupção de uma família exigirá TCIM. O retorno poderá ser continuidade institucional, relançamento ou nova competição; a duração do hiato não decidirá sozinha.

### 10.10 Ranking de era

Rankings de era poderão mostrar disponibilidade, número de vagas e cobertura, mas usarão as mesmas regras congeladas. Não serão mecanismo para reequilibrar resultado desejado.

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## 11. Continuidade, famílias e eras

### 11.1 Família de Competições Intercontinentais–Mundiais — FCIM

FCIM é agrupamento investigativo. Poderá reunir edições relacionadas por:

- continuidade jurídica;
- organização;
- regulamento;
- troféu;
- função;
- marca;
- narrativa institucional;
- substituição de calendário.

Pertencer à mesma FCIM não implica identidade, mesma escala, mesmo VVC ou mesmo peso.

### 11.2 Teste de Continuidade Intercontinental–Mundial — TCIM

TCIM examinará:

1. ato de criação, extinção, fusão ou substituição;
2. titularidade institucional;
3. regulamentos e numeração de edições;
4. troféu e arquivo estatístico;
5. função no SHCIM;
6. rotas de acesso;
7. coexistência com suposta predecessora;
8. hiato;
9. linguagem contemporânea e posterior;
10. tratamento dos organizadores envolvidos.

### 11.3 Continuidade multidimensional

O resultado poderá ser:

- continuidade jurídica;
- continuidade institucional;
- continuidade estatística;
- continuidade funcional;
- continuidade de marca;
- sucessão;
- substituição;
- inspiração;
- coexistência;
- relação promocional;
- ausência de continuidade;
- PD.

### 11.4 Coexistência como trava

Se duas competições ocorreram simultaneamente com títulos autônomos, não poderão ser a mesma edição. Uma narrativa posterior de evolução poderá ligá-las genealogicamente, mas RSM preservará ambas.

### 11.5 Ponto de Ruptura Intercontinental–Mundial — PRIM

PRIM exigirá evento verificável que altere materialmente uma ou mais propriedades:

- escala;
- função;
- acesso;
- campo;
- formato;
- governança;
- periodicidade;
- prestígio;
- prioridade;
- reconhecimento titular.

### 11.6 Eras por variável

ARC, SAC, FCP, DCT, IPC e PCE poderão ter fronteiras diferentes. Uma mudança de sede poderá alterar logística e DCT sem criar nova era de oficialidade; um reconhecimento posterior poderá alterar QCRIM sem mudar IPC original.

### 11.7 Patrocinador

Entrada ou saída de patrocinador, inclusive quando muda o nome popular do torneio, não cria automaticamente nova competição. QGIM verificará se governança e regulamento permaneceram.

### 11.8 Troféu

Continuidade material do troféu é evidência secundária. Taça nova pode acompanhar a mesma competição; taça reaproveitada pode acompanhar uma nova arquitetura.

### 11.9 Substituição declarada

Quando entidade declara que competição substitui outra, a afirmação prova relação institucional. Não prova igualdade esportiva entre edições antes e depois.

### 11.10 Relançamento

Hiato seguido de retorno exigirá análise de numeração, participantes, função e atos. O termo “retorno” será evidência, não sentença.

### 11.11 Formatos FIFA anuais e quadrienais

A coexistência contemporânea de competição anual e competição quadrienal será registrada como duas unidades e dois ciclos. Nenhuma será tratada como mera fase da outra sem regulamento expresso.

### 11.12 Revisão de eras

Nova fronteira de era dependerá de documento ou mudança verificável. Data redonda, década ou alternância de campeões não bastará.

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## 12. Governança, oficialidade e terceiros

### 12.1 Quadro de Governança Intercontinental–Mundial — QGIM

Para cada edição, QGIM identificará:

- idealizador;
- titular jurídico;
- organizador esportivo;
- sancionador;
- redator do regulamento;
- executor local;
- associação anfitriã;
- financiador;
- patrocinador nominal;
- detentor do troféu;
- responsável por arbitragem;
- registrador estatístico;
- autoridade disciplinar.

### 12.2 Via de elegibilidade

O Bloco 1 continuará soberano para decidir ingresso no ranking principal. O TEIM poderá classificar a escala de evento não elegível para fins de catálogo, sem que isso lhe conceda oficialidade ou pontuação.

### 12.3 FIFA

Deverão ser distinguidos:

- organização direta pela FIFA;
- aprovação por órgão competente;
- sanção;
- colaboração técnica;
- indicação de árbitros;
- presença de dirigente;
- apoio político;
- reconhecimento posterior;
- simples comunicação editorial.

Uma dessas camadas não prova automaticamente as demais.

### 12.4 Confederações

Competição conjunta de confederações poderá ser oficial sem organização direta da FIFA, conforme o Bloco 1. Será necessário provar competência, atos, regulamento e autonomia.

### 12.5 Federação anfitriã

Execução por federação nacional não reduz automaticamente a escala do torneio. Também não transforma iniciativa nacional em mundial sem TEIM e via institucional.

### 12.6 Terceiro e empresa

Promotor comercial poderá executar competição oficial por delegação ou sanção. Sem essa via, o torneio poderá ter grande prestígio histórico e ainda assim permanecer fora do ranking principal.

### 12.7 Nome comercial

Marca de patrocinador não será tratada como organizador. Contrato e regulamento identificarão o papel efetivo.

### 12.8 Arbitragem

Árbitros indicados por entidade oficial são evidência de envolvimento, não prova suficiente de organização ou oficialidade integral.

### 12.9 Troféu e medalhas

Entrega de troféu por dirigente, uso de emblema ou emissão de certificado alimentará QGIM/QCRIM. O documento constitutivo terá precedência.

### 12.10 Regulamento ausente

Na falta do regulamento, poderão ser triangulados atas, circulares, correspondência, boletins, jornais contemporâneos e arquivos dos participantes. Se campo indispensável continuar incerto, o resultado será PD.

### 12.11 Amistoso prestigioso

Torneio não oficial poderá ser catalogado no índice complementar. Prestígio não será usado para contornar a elegibilidade do ranking principal.

### 12.12 Mudança institucional posterior

Reconhecimento posterior será registrado pela porta própria, sem fingir que a autoridade histórica original era a mesma.

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## 13. Reconhecimento, equiparação e título mundial

### 13.1 Quadro de Camadas de Reconhecimento — QCRIM

QCRIM conterá, no mínimo:

1. identidade contemporânea da competição;
2. organizador e sancionador originais;
3. oficialidade original;
4. AEC original;
5. título declarado no regulamento;
6. linguagem contemporânea de clubes e imprensa;
7. tratamento estatístico contemporâneo;
8. reconhecimento posterior da competição;
9. reconhecimento posterior do vencedor;
10. declaração de campeão mundial;
11. inclusão em lista ou roll of honour;
12. alegação de sucessão ou substituição;
13. equiparação estatística;
14. comparabilidade esportiva no IHFB.

### 13.2 Declaração Institucional Posterior — DIP

Serão usados:

- **DIP-ICO:** ato posterior que reconheça condição ou título intercontinental;
- **DIP-MUN:** ato posterior que reconheça competição, título ou vencedor em chave mundial.

Cada DIP registrará objeto exato. “Reconhecer a competição” e “reconhecer o vencedor como campeão mundial” não são a mesma frase.

### 13.3 Requisitos do ato

O DCIM registrará:

- órgão decisor;
- competência;
- data;
- documento primário;
- redação original e tradução;
- universo alcançado;
- retroatividade;
- vigência;
- eventual revogação ou substituição;
- aplicação consistente em listas posteriores.

### 13.4 Comunicação editorial

Página, postagem ou matéria institucional é fonte oficial de comunicação, mas não equivale automaticamente a resolução do Conselho, ata, circular ou regulamento. A hierarquia interna do ato será preservada.

### 13.5 Reconhecimento de vencedores

Quando uma autoridade reconhece vencedores como campeões mundiais, o IHFB respeitará o status institucional vigente no campo próprio. Isso não igualará automaticamente:

- universo de acesso;
- número de participantes;
- campo;
- formato;
- prestígio;
- prioridade;
- dificuldade;
- VVC.

### 13.6 Roll of honour

Lista conjunta poderá ter finalidade comemorativa, estatística, institucional ou jurídica. Seu efeito será interpretado pela documentação, não pelo simples alinhamento visual de nomes.

### 13.7 Reconhecimento histórico

Expressões como “primeiro torneio intercontinental”, “primeira competição mundial” ou “pioneiro” descrevem precedência e alcance. Não serão convertidas automaticamente em “campeão mundial” se o ato não disser isso.

### 13.8 Equivalência administrativa

Equiparação administrativa será aceita como fato institucional. DCC continuará necessária para equivalência esportiva.

### 13.9 Contradição institucional

Quando diferentes atos, dirigentes ou páginas divergirem, o IHFB:

1. priorizará ato formal competente;
2. reconstruirá cronologia;
3. verificará vigência;
4. registrará escopo de cada declaração;
5. poderá manter PD sem escolher narrativa conveniente.

### 13.10 Copa Rio Internacional — protocolo, não conclusão

O estudo futuro deverá reunir, para cada edição:

- documentos da CBD e regulamentos;
- atas e correspondência FIFA;
- papel de dirigentes internacionais;
- universo inicialmente pretendido;
- convites, recusas e substituições;
- imprensa contemporânea brasileira e estrangeira;
- denominação e função titular na época;
- atos posteriores e sua redação exata;
- tratamento institucional atual.

O Bloco 10 não decide antecipadamente TEIM, oficialidade, DIP-MUN, continuidade entre edições ou equivalência.

### 13.11 Reconhecimento da antiga Copa Intercontinental

O ato do Conselho da FIFA de 27 de outubro de 2017, que reconheceu os vencedores europeus e sul-americanos de 1960–2004 como campeões mundiais de clubes, será registrado como DIP-MUN de alta hierarquia. O DCIM ainda preservará o universo e o formato originais de cada edição.

### 13.12 Estado atual e história

O banco publicará duas datas:

- status na data da edição;
- status vigente na versão do IHFB.

Assim, reconhecimento tardio não será retroprojetado a IPC contemporâneo.

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## 14. Sobreposição, títulos internos e dupla contagem

### 14.1 Registro de Sobreposição Mundial — RSM

RSM ligará competições, fases, partidas, títulos e méritos quando houver:

- jogos compartilhados;
- fase que concede taça própria;
- torneios simultâneos;
- competição alimentadora;
- título incorporado posteriormente;
- mesma campanha usada em mais de uma classificação;
- dupla qualificação no mesmo ciclo.

### 14.2 Matriz de Oferta por Temporada — MOIM

MOIM mostrará, em cada temporada:

- todas as competições A7/A8 disponíveis;
- periodicidade;
- participantes potenciais;
- relação de classificação;
- calendário;
- autonomia;
- título concedido;
- reconhecimento posterior.

### 14.3 Partida única, uma vez

A mesma partida não poderá gerar pontuação duplicada em duas competições AU1 sem decisão expressa dos Blocos 13 e 14 baseada em autonomia documental.

### 14.4 Taça intermediária

Se uma partida de fase concede troféu e classifica à fase seguinte, o RTFI e o RSM impedirão soma automática da taça com o título final.

### 14.5 Título continental alimentador

O título continental poderá receber pontuação própria como campanha do Bloco 9 e servir de rota SAC no Bloco 10. Isso não é duplicidade se:

- as competições forem autônomas;
- os jogos forem distintos;
- SAC não copiar o valor integral da taça;
- FCP e DCT não recontarem o acesso.

### 14.6 Qualificação para dois torneios FIFA

Uma mesma conquista continental poderá abrir duas vagas futuras. Cada competição terá ARA-IM própria; o mérito de origem não será multiplicado integralmente em ambas.

### 14.7 Dois campeões no mesmo ano

Se competições autônomas proclamarem campeões distintos na mesma temporada, ambas serão preservadas. O IHFB não eliminará um título para produzir narrativa retrospectiva uniforme.

### 14.8 Ano e temporada

RSM usará identificadores de competição–edição e datas efetivas, não apenas o ano nominal. Isso evita colisões em edições atrasadas ou eventos realizados em janeiro.

### 14.9 Reconhecimento conjunto

Lista posterior conjunta não fundirá jogos ou campanhas. Ela será uma camada QCRIM ligada às unidades originais.

### 14.10 Controle computacional

O banco impedirá:

- duplicidade do identificador de partida;
- duplicidade de título AU1;
- duplicidade do mesmo resultado;
- soma de AU2 sem regra;
- cópia de variável alimentadora em outra residência.

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## 15. Convites, anfitriões e edições extraordinárias

### 15.1 Convite não é veredito

Participação por convite poderá coexistir com oficialidade e alto nível. O convite será avaliado pela transparência, fundamento, universo de escolha e relação com o projeto competitivo.

### 15.2 Tipos de convite

- campeão atual ou histórico;
- prestígio esportivo;
- representação geográfica;
- interesse comercial;
- relação institucional;
- anfitrião;
- substituição;
- disponibilidade logística;
- combinação desses fatores.

### 15.3 Convite e TEIM

Convites de vários continentes podem provar alcance intercontinental do campo, mas A8-HIS exige projeto mundial documentado e não mera coleção de convidados conhecidos.

### 15.4 Convite e SAC

Convite discricionário poderá reduzir seletividade demonstrável da rota, enquanto convidado forte pode elevar FCP. As duas conclusões podem coexistir.

### 15.5 Anfitrião

Vaga do anfitrião terá mérito e DCT próprios. Proximidade de sede não será penalidade moral; será característica estrutural mensurável.

### 15.6 Edição única

Formato realizado uma única vez passará por todas as regras comuns. Ausência de repetição não prova amistosidade nem grandeza.

### 15.7 Crise

Edição em crise sanitária, política, financeira ou de segurança registrará:

- ato emergencial;
- participantes perdidos;
- mudanças de sede e formato;
- alternativas rejeitadas;
- efeitos sobre campo, caminho, prestígio e prioridade;
- incerteza.

### 15.8 Torneio interrompido

Interrupção, campeão administrativo ou múltiplos campeões serão remetidos ao Bloco 13. O Bloco 10 resolve escala, função e estrutura, não a fração de pontuação.

### 15.9 Participante substituto

Substituto será avaliado como participante efetivo em FCP; a rota original e a contingência permanecerão em SAC e no histórico documental.

### 15.10 Vaga extraordinária

Vaga criada fora do ciclo ordinário será marcada. Não invalidará a edição, mas impedirá que a seletividade seja inferida da regra normal.

### 15.11 Torneio piloto

Caráter experimental será HSC/contexto. Se oficial, autônomo e disputado, poderá ser elegível sem bônus ou desconto nominal.

### 15.12 Catálogo complementar

Torneios amistosos internacionais de grande prestígio poderão integrar catálogo separado com seus próprios dossiês históricos. Não entrarão silenciosamente no ranking principal.

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## 16. Protocolos de estudos nominais

Os nomes abaixo delimitam pesquisas obrigatórias posteriores. Não constituem classificação, equiparação ou peso antecipado.

### 16.1 Copa Rio Internacional

Investigar separadamente cada edição e eventual competição sucessora:

1. nome oficial contemporâneo;
2. CBD, FIFA, federações e terceiros no QGIM;
3. regulamento e autonomia;
4. UMP-IM, URE-IM e critérios de convite;
5. campo pretendido e efetivo;
6. recusas e substituições;
7. finalidade titular;
8. CMCM multinacional;
9. TEIM-HIS;
10. atos posteriores no QCRIM;
11. continuidade entre edições;
12. oficialidade no Bloco 1.

### 16.2 Copa Europeia/Sul-Americana, Copa Intercontinental e Copa Toyota

Investigar por era:

1. atos UEFA–CONMEBOL;
2. rotas dos campeões continentais e substitutos;
3. regulamentos de pontos, agregado e desempate;
4. ida e volta, jogo extra e jogo único;
5. sedes, viagens e segurança;
6. recusas e ausência de edições;
7. papel da federação japonesa e do patrocinador;
8. mudança de 1980;
9. prestígio e prioridade em ambos os continentes;
10. TCIM entre denominações;
11. substituição em 2005;
12. DIP-MUN de 2017.

### 16.3 Campeonato Mundial de Clubes da FIFA de 2000

Investigar:

1. regulamento e organização FIFA;
2. oito vagas e seis confederações;
3. rotas por título, anfitrião e outros fundamentos;
4. grupos, desempates e final;
5. campo e força em T0-IM;
6. calendário e prioridade por participante;
7. coexistência com a Copa Intercontinental de 2000;
8. hiato posterior;
9. relação institucional com 2005;
10. CMCM em vários países.

### 16.4 Mundial de Clubes da FIFA de 2005 a 2023

Investigar por rupturas verificáveis:

1. substituição institucional da antiga Intercontinental;
2. campeões das seis confederações;
3. representante do anfitrião;
4. byes de UEFA e CONMEBOL;
5. preliminares, terceiro lugar e mudanças de chave;
6. sedes e ciclos de hospedagem;
7. defasagem entre títulos continentais e disputa;
8. alterações de nome e troféu;
9. edições adiadas ou em crise;
10. IPC/PCE por confederação e era.

### 16.5 Copa Intercontinental da FIFA desde 2024

Investigar:

1. seis campeões continentais;
2. fases distribuídas ao longo do ano;
3. mando e alternância nas fases iniciais;
4. entrada direta do campeão europeu na final;
5. DCT-R para cada confederação;
6. taças intermediárias e AUT;
7. T0-IM e CDE-IM;
8. sede neutra da fase final;
9. coexistência com o Mundial quadrienal;
10. linguagem institucional de principal competição anual.

### 16.6 Mundial de Clubes da FIFA com 32 participantes

Investigar por ciclo:

1. decisão quadrienal;
2. alocação de vagas por confederação;
3. rotas de campeões e ranking;
4. limite de dois clubes por país e exceção;
5. vaga do anfitrião;
6. período de classificação;
7. potes e restrições de sorteio;
8. oito grupos e mata-mata;
9. 63 partidas e ausência de terceiro lugar;
10. janela extraordinária de inscrição;
11. premiação relativa e modelo comercial;
12. audiência, público e prioridade pós-evento;
13. relação com a edição de 2000 e a família FIFA;
14. coexistência com a Copa Intercontinental anual.

### 16.7 Outros torneios

Qualquer competição identificada será incluída sem depender de lista fechada. Passará por elegibilidade, QGIM, TEIM, MFIM, ARA-IM, PAIM, CMCM, QCRIM e VVC.

### 16.8 Populações excluídas

Competições de base, femininas, reservas, seleções, futsal, futebol de praia ou outras modalidades serão catalogadas separadamente quando relevantes, mas não integrarão o escopo principal masculino adulto de onze jogadores.

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## 17. Aplicação das seis variáveis

### 17.1 ARC

ARC usará:

- TEIM e escala estrutural;
- UMP-IM e URE-IM;
- confederações e associações representáveis;
- diversidade efetiva;
- CCM-P/CCM-E;
- concentração de vagas;
- evolução histórica do sistema.

Não usará a palavra “mundial” como nota pronta.

### 17.2 SAC

SAC usará ARA-IM por rota:

- dificuldade do filtro continental ou plurianual;
- universo perseguindo a vaga;
- exclusividade;
- transparência;
- convite ou anfitrião;
- repetição e realocação;
- defasagem registrada sem desconto automático.

### 17.3 FCP

FCP usará participantes efetivos avaliados em T0-IM, com:

- método do Bloco 5;
- intervalos de incerteza;
- CDE-IM quando necessário;
- PFC-IM diagnóstico;
- ausência de bônus por confederação ou reputação.

### 17.4 DCT

DCT usará PAIM e DCT-R:

- distribuição ex ante de adversários;
- fases e byes;
- sorteio e seeding;
- mando e sede;
- desempates;
- logística interna;
- descanso;
- assimetria das rotas.

### 17.5 IPC

IPC usará CMCM contemporâneo, multicêntrico e estratificado, com economia relativa, público, cobertura, linguagem e repercussão. Reconhecimento posterior ficará fora do IPC original.

### 17.6 PCE

PCE usará comportamento verificável dos participantes em face da CACM: escalações, preparação, rotação, recusas, custos de oportunidade e declarações anteriores.

### 17.7 Matriz de Residência de Evidências — MRE-IM

| Evidência | Residência primária | Não repetir automaticamente em |
|---|---|---|
| alcance de todas as confederações | ARC | bônus “mundial” |
| título continental exigido | SAC | FCP e DCT |
| força atual do campeão continental | FCP | SAC |
| bye por rota | DCT | novo bônus SAC |
| público e cobertura | IPC | FCP |
| escalação e preparação | PCE | IPC sem triangulação |
| viagem interna | DCT/PCE conforme efeito | ARC |
| reconhecimento mundial posterior | QCRIM/DIP-MUN | IPC original |
| prêmio econômico | IPC/contexto | DCT |
| taça intermediária | AUT/RSM | soma automática |

### 17.8 Dossiê de Comparabilidade Competitiva — DCC

Comparação relevante entre famílias ou eras exigirá DCC vetorial. O resultado poderá ser:

- dominância em todas as dimensões;
- proximidade robusta;
- cruzamento de vantagens;
- incomparabilidade parcial;
- pendência documental.

Não haverá sentença por uma única métrica.

### 17.9 Proibição de atalho hierárquico

Não serão regras válidas:

- A8 sempre vale X vezes A7;
- Mundial FIFA sempre vale o mesmo;
- jogo contra campeão europeu recebe bônus;
- torneio de seis confederações sempre supera qualquer bilateral em todas as eras;
- torneio longo sempre supera final curta;
- campeão mundial reconhecido implica VVC idêntico.

### 17.10 Incerteza

Cada variável receberá grau de evidência e intervalo. TEIM-PD, oficialidade PD ou AUT indispensável PD suspenderá pontuação futura da unidade até resolução.

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## 18. Vantagens, riscos e possíveis distorções

### 18.1 Vantagens

1. preserva atos institucionais sem entregar a eles toda a análise esportiva;
2. evita reduzir “mundial” a nome ou número de continentes;
3. reconhece o mérito de classificação de torneios curtos;
4. trata caminhos assimétricos por rota;
5. permite estudar pioneiros sem anacronismo;
6. impede viés exclusivamente brasileiro ou europeu;
7. separa competição mundial de campeão mundial reconhecido;
8. controla competições simultâneas e taças internas;
9. mantém compatibilidade com os seis fatores congelados;
10. produz base auditável para casos controversos.

### 18.2 Riscos

1. documentação incompleta em torneios antigos;
2. traduções sensíveis de termos como world, mundial e champions;
3. excesso de influência de comunicação institucional posterior;
4. dados de força muito melhores para Europa e América do Sul;
5. corpus contemporâneo assimétrico;
6. dificuldade de modelar convite histórico;
7. DCT complexa em rotas desiguais;
8. dupla contagem do título continental;
9. confusão entre taça intermediária e título autônomo;
10. falsa precisão logística.

### 18.3 Salvaguardas

- porta histórica A8 estrita e cumulativa;
- QGIM e QCRIM separados;
- MRE-IM e RSM obrigatórios;
- CMCM estratificado;
- T0-IM congelado;
- intervalos e PD;
- auditoria mascarada quanto à identidade dos clubes quando possível;
- revisão por fontes de posições opostas;
- DCC vetorial;
- versionamento.

### 18.4 Possíveis distorções

**Distorção mundialista:** premiar o nome.  
**Correção:** TEIM e ARC estrutural.

**Distorção bilateralista:** negar todo significado mundial a título reconhecido.  
**Correção:** AEC original + DIP-MUN.

**Distorção eurocêntrica:** usar prestígio europeu como prestígio global.  
**Correção:** CMCM equilibrado.

**Distorção de representatividade:** confundir seis confederações com seis campos igualmente fortes.  
**Correção:** ARC e FCP separados.

**Distorção de jogos:** rebaixar final curta.  
**Correção:** SAC, FCP e DCT decompostas.

**Distorção do bye:** dar o mesmo DCT a todas as rotas.  
**Correção:** DCT-R.

**Distorção genealógica:** fundir torneios coexistentes.  
**Correção:** TCIM e RSM.

**Distorção econômica:** copiar premiação nominal.  
**Correção:** contextualização relativa.

**Distorção pioneira:** exigir seis confederações antes de existirem.  
**Correção:** TEIM-HIS.

**Distorção compensatória:** inventar pontos para épocas sem torneio.  
**Correção:** rankings de era e cobertura.

### 18.5 Auditoria de neutralidade

Antes de qualquer aplicação a campanhas, o formulário será testado com rótulos anonimizados. Nenhum limiar será calibrado pela posição que produziria para clubes brasileiros.

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## 19. Alternativas e recomendação

### 19.1 Alternativa A — todos os títulos chamados mundiais iguais

**Rejeitada.** Mistura ato institucional, escala, acesso, campo, formato e prestígio.

### 19.2 Alternativa B — apenas competições organizadas pela FIFA

**Rejeitada.** Confunde organizador com oficialidade e apagaria competições oficiais de outras autoridades, além de reconhecimentos vigentes.

### 19.3 Alternativa C — apenas torneios com todas as seis confederações

**Rejeitada.** É anacrônica para períodos anteriores e incapaz de representar A7 ou DIP-MUN.

### 19.4 Alternativa D — contar continentes efetivos

**Rejeitada.** Desistências e convites distorceriam a escala; URE é superior ao placar geográfico do campo.

### 19.5 Alternativa E — usar somente força dos participantes

**Rejeitada.** Ignora alcance, acesso, formato, prestígio e prioridade.

### 19.6 Alternativa F — peso fixo por família

**Rejeitada.** Impede eras e trata mudanças profundas como uniformes.

### 19.7 Alternativa G — corrigir número de oportunidades

**Rejeitada como regra principal.** Produziria títulos hipotéticos. A oportunidade será publicada em análises de era e robustez.

### 19.8 Alternativa H — arquitetura em quatro planos e seis variáveis

**Recomendada.** Mantém escala, título, reconhecimento e esporte separados; depois aplica o mesmo VVC usado em todos os blocos.

### 19.9 Visões especializadas recomendadas

Além do Ranking Geral, o banco poderá produzir:

1. **Visão A8 Estrutural:** apenas competições estruturalmente mundiais;
2. **Visão de Títulos Mundiais Institucionalmente Reconhecidos:** unidades com DIP-MUN vigente, preservando rótulo AEC;
3. **Visão A7 Intercontinental:** competições intercontinentais estruturais;
4. **Visão Ampla Intercontinental/Mundial:** A7 e A8 com colunas separadas;
5. **Catálogo Complementar Não Oficial:** torneios históricos excluídos do ranking principal.

Essas visões não representam cinco metodologias concorrentes; são filtros transparentes da mesma base.

### 19.10 Recomendação final

Recomenda-se aprovar o TEIM, a dupla anotação AEC + DIP, a análise de rotas assimétricas, o CMCM multicêntrico, o controle de sobreposição e a proibição de qualquer bônus nominal por “mundial”. A fórmula e os pesos permanecerão reservados ao Bloco 14.

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## 20. Regulamento das Competições Intercontinentais e Mundiais — versão 1.0

### CAPÍTULO I — OBJETO, SUBORDINAÇÃO E NEUTRALIDADE

#### Art. 1 — Objeto

O Bloco 10 disciplina a aplicação da metodologia congelada às competições potencialmente A7-ICO ou A8-MUN e aos reconhecimentos posteriores correspondentes.

#### Art. 2 — Unidade

A unidade principal será a competição–edição, com perfis por rota quando o caminho for materialmente assimétrico.

#### Art. 3 — Dossiê

Toda edição pertinente receberá DCIM próprio.

#### Art. 4 — Subordinação

Este Regulamento se subordina integralmente aos Blocos 1 a 9 aprovados e congelados.

#### Art. 5 — Ausência de pontos

O Bloco 10 não atribui pontos, pesos, coeficientes, porcentagens ou equivalências numéricas.

#### Art. 6 — Seis variáveis

A saída valorativa continuará sendo ARC, SAC, FCP, DCT, IPC e PCE.

#### Art. 7 — Sem variável mundial

Não existirá bônus, multiplicador ou sétima variável pelo rótulo intercontinental ou mundial.

#### Art. 8 — Neutralidade clubística

Identidade, número de títulos e posição projetada de qualquer clube não poderão informar regra ou limiar.

#### Art. 9 — Momento histórico

Cada edição será avaliada dentro das instituições, calendários, meios logísticos e alternativas de sua própria época.

#### Art. 10 — Hierarquia de fontes

A hierarquia aprovada pelo projeto será observada, com precedência do regulamento e do ato competente sobre sínteses posteriores.

#### Art. 11 — Contemporaneidade

IPC e PCE privilegiarão fontes contemporâneas; memória posterior não substituirá o testemunho da época.

#### Art. 12 — Incerteza

Campo indispensável não resolvido receberá PD e, quando necessário, suspenderá a futura pontuação.

#### Art. 13 — Reprodutibilidade

Dados, critérios, interpretações e versões deverão permitir reprodução independente.

#### Art. 14 — Proibição de retroajuste

Resultado inesperado no ranking não justificará alteração de regra.

#### Art. 15 — Escopo esportivo

O ranking principal deste bloco permanece restrito a equipes principais masculinas adultas no futebol de onze.

### CAPÍTULO II — PLANOS ANALÍTICOS E SISTEMA HISTÓRICO

#### Art. 16 — Quatro planos

Escala estrutural, função titular contemporânea, reconhecimento vigente e comparabilidade esportiva permanecerão separados.

#### Art. 17 — AEC

A AEC original será preservada mesmo diante de reconhecimento posterior.

#### Art. 18 — Título contemporâneo

O título que a edição afirmava conceder será provado por regulamento e corpus da época.

#### Art. 19 — Reconhecimento atual

O status institucional vigente será registrado no QCRIM, com data e autoridade.

#### Art. 20 — Comparabilidade

Equivalência esportiva dependerá de VVC e DCC, nunca apenas de ato administrativo.

#### Art. 21 — SHCIM

O Sistema Histórico de Clubes Intercontinental–Mundial será reconstruído por temporada.

#### Art. 22 — Componentes do SHCIM

O SHCIM incluirá competições, entidades, rotas, calendários, concorrentes, consequências, sedes e reconhecimentos.

#### Art. 23 — Oferta simultânea

Competições simultâneas serão preservadas como unidades distintas até prova documental de dependência.

#### Art. 24 — Consequência

Vaga ou premiação posterior não será retrotransferida como valor da competição de origem.

#### Art. 25 — Periodicidade

Frequência será propriedade contextual, não peso autônomo.

#### Art. 26 — Ausência de oportunidade

Não haverá pontuação compensatória por competição inexistente em determinada era.

#### Art. 27 — Temporada nominal

Ano nominal, ciclo classificatório e datas efetivas serão campos diferentes.

#### Art. 28 — População mundial histórica

O universo pertinente será o institucional e logisticamente viável na época, não o mapa atual projetado ao passado.

#### Art. 29 — Hipótese, não conclusão

Lista de competições a estudar não implica elegibilidade, categoria, continuidade ou peso.

#### Art. 30 — Catálogo aberto

Competição nova ou esquecida passará pelo mesmo protocolo, sem exceção nominal.

### CAPÍTULO III — TESTE DE ESCALA INTERCONTINENTAL E MUNDIAL

#### Art. 31 — TEIM obrigatório

O TEIM será obrigatório para todo caso A7/A8 não óbvio, antigo, híbrido, invitacional ou posteriormente reconhecido.

#### Art. 32 — Objeto do TEIM

O TEIM classificará escala estrutural, não força, prestígio, prioridade ou oficialidade.

#### Art. 33 — A7 por universo

A7-ICO exigirá URE ordinário conectado a pelo menos dois sistemas confederativos ou macro-sistemas continentais historicamente correspondentes.

#### Art. 34 — A7 por confronto titular

Confronto formal entre representantes ou campeões de sistemas continentais distintos poderá satisfazer A7.

#### Art. 35 — Exceção externa

Convidado externo isolado não recategorizará automaticamente uma competição continental para A7.

#### Art. 36 — A8 moderna

A8-MUN moderna exigirá finalidade mundial, acesso ordinário aos sistemas confederativos operantes, não fechamento bilateral, desenho documentável e unidade autônoma.

#### Art. 37 — Seis confederações

No sistema moderno, todas as seis confederações deverão possuir rota ordinária, ainda que uma edição sofra ausência contingente.

#### Art. 38 — URE sobre CPE

TEIM usará primariamente URE; participantes efetivos informarão representatividade, campo e força.

#### Art. 39 — Porta histórica

TEIM-HIS exigirá cumulativamente finalidade mundial, universo historicamente pertinente, seleção documentada, ausência de fechamento bilateral, desenho contemporâneo reconstruível e corpus multinacional.

#### Art. 40 — Ônus histórico

Antiguidade altera o contexto do universo, não reduz a exigência de prova.

#### Art. 41 — Nome insuficiente

Nome mundial, intercontinental ou internacional não decidirá TEIM.

#### Art. 42 — Organizador insuficiente

Identidade do organizador, isoladamente, não decidirá A7 ou A8.

#### Art. 43 — Força insuficiente

Campo excepcionalmente forte não elevará a escala institucional.

#### Art. 44 — Prestígio insuficiente

Grande prestígio não substituirá universo mundial ou intercontinental.

#### Art. 45 — Resultados TEIM

Os resultados serão TEIM-A7, TEIM-A8, TEIM-OUTRA ou TEIM-PD.

### CAPÍTULO IV — FUNÇÃO, HIERARQUIA E AUTONOMIA

#### Art. 46 — MFIM

Toda edição receberá Matriz de Função Intercontinental–Mundial.

#### Art. 47 — Eixos

MFIM aplicará EVC, FSC, HSC e AUT sem criar variável nova.

#### Art. 48 — Formas

Campeonato multiclubes, copa de campeões, decisão bilateral, invitacional, qualificatória, fase integrada e híbrida serão formas distintas.

#### Art. 49 — HSC contemporânea

Função principal, paralela, complementar, qualificatória ou experimental dependerá de prova da época.

#### Art. 50 — Principal não é peso

HSC não substituirá o VVC.

#### Art. 51 — Mundial anual

Competição principal anual e competição principal quadrienal poderão coexistir sem igualdade automática.

#### Art. 52 — Intercontinental bilateral

Principalidade dentro de universo bilateral não será confundida com abertura mundial estrutural.

#### Art. 53 — AUT

Título autônomo exigirá os critérios congelados de unidade e proclamação institucional.

#### Art. 54 — Troféu de fase

Troféu intermediário não será AU1 apenas por possuir nome, taça e cerimônia.

#### Art. 55 — RTFI

Toda taça interna ou fase titulada será ligada a seus jogos e à competição principal no RTFI.

#### Art. 56 — AU2

Resultado AU2 não será somado antes de regra expressa dos Blocos 13 e 14.

#### Art. 57 — Qualificatória autônoma

Competição qualificatória AU1 terá dossiê próprio e vínculo formal com a competição de destino.

#### Art. 58 — Fase integrada

Fase integrada pertencerá ao PAIM e ao DCT da competição maior.

#### Art. 59 — Consequência titular

Reconhecimento como campeão mundial não prova AUT de taça intermediária.

#### Art. 60 — PD de autonomia

AUT-PD em resultado indispensável suspenderá soma futura.

### CAPÍTULO V — UNIVERSOS E ROTAS DE ACESSO

#### Art. 61 — Quatro universos

UMP-IM, URE-IM, NOV-IM e CPE-IM permanecerão distintos.

#### Art. 62 — UMP-IM

UMP-IM reconstruirá os sistemas mundialmente viáveis na edição.

#### Art. 63 — URE-IM

URE-IM seguirá regulamento, atos e contingências anteriores à disputa.

#### Art. 64 — NOV-IM

NOV-IM conterá quem efetivamente perseguiu as vagas pelas rotas relevantes.

#### Art. 65 — CPE-IM

CPE-IM conterá os participantes efetivos, com inscrições, desistências e substituições.

#### Art. 66 — ARA-IM

Cada vaga e fase de entrada receberá rota individual na ARA-IM.

#### Art. 67 — Campos da rota

Origem, filtro, período, mérito, limite nacional, fase, contingência, datas e fonte serão obrigatórios.

#### Art. 68 — Título continental

Conquista continental será rota SAC, não cópia integral de seu valor.

#### Art. 69 — Ranking

Ranking plurianual terá fórmula, período, universo e exceções reconstruídos.

#### Art. 70 — Repetição

Múltiplas vagas obtidas pelo mesmo clube serão realocadas conforme a norma histórica, preservando a rota original.

#### Art. 71 — Limite nacional

Cap por país informará ARC e SAC, podendo afetar cobertura e FCP sem efeito fixo.

#### Art. 72 — Anfitrião

Vaga do país-sede será decomposta segundo seu critério esportivo, institucional ou discricionário real.

#### Art. 73 — Convite

Convite será tipificado e não invalidará, bonificará ou descontará automaticamente.

#### Art. 74 — Substituição

Desistente, substituto, causa e data serão preservados.

#### Art. 75 — Bye

Mérito que concede bye residirá em SAC; partidas evitadas residirão em DCT.

### CAPÍTULO VI — TEMPO, DEFASAGEM E CAMPO

#### Art. 76 — DQ-IM

Defasagem entre mérito, confirmação, T0-IM e entrada será publicada como diagnóstico.

#### Art. 77 — Sem desconto temporal automático

Vaga antiga não sofrerá desconto nominal pela passagem do tempo.

#### Art. 78 — SAC temporal

SAC será avaliada no momento e no universo em que a vaga foi obtida.

#### Art. 79 — T0-IM

FCP será congelada antes da primeira partida integrante da edição.

#### Art. 80 — CDE-IM

Participante definido após T0-IM será avaliado com dados disponíveis em T0-IM.

#### Art. 81 — Proibição de hindsight

Resultado posterior de classificação ou da própria competição não informará a força inicial.

#### Art. 82 — Campo previsto

Campo previsto, titulares de vaga, inscritos e efetivos serão registrados separadamente.

#### Art. 83 — Participante tardio

Entrada tardia não deslocará T0-IM.

#### Art. 84 — Mutação de elenco

Mudanças permitidas durante torneio longo integrarão PAIM, PCE e incerteza, sem reabrir T0-IM.

#### Art. 85 — Dados faltantes

Escassez de dados ampliará intervalo e não implicará baixa força.

#### Art. 86 — Força atual

Campeão continental será avaliado por força atual no T0-IM, não por prestígio histórico.

#### Art. 87 — Sanção e ausência

Ausência por sanção será distinguida de não elegibilidade esportiva.

#### Art. 88 — Conflito de calendário

Ausência por calendário será documentada e não receberá interpretação automática de desinteresse.

#### Art. 89 — Campo pequeno

Poucos participantes não determinarão baixa FCP ou baixo valor.

#### Art. 90 — Campo amplo

Muitos participantes não determinarão alta FCP ou alto valor.

### CAPÍTULO VII — FORÇA, COBERTURA E REPRESENTATIVIDADE

#### Art. 91 — NPM

NPM será definido ex ante pelo método de força do Bloco 5, sem lista permanente de grandes clubes.

#### Art. 92 — NEM

NEM aplicará o mesmo método ao URE-IM.

#### Art. 93 — CCM-P

CCM-P medirá cobertura do núcleo potencial pelo universo elegível e pelo campo.

#### Art. 94 — CCM-E

CCM-E medirá cobertura do núcleo elegível pelo campo efetivo.

#### Art. 95 — Diagnóstico

CCM-P e CCM-E não constituirão variáveis ou multiplicadores.

#### Art. 96 — PFC-IM

O perfil confederativo descreverá distribuição de força e incerteza sem coeficiente fixo por continente.

#### Art. 97 — Representação

Número de confederações e associações pertencerá primariamente a ARC.

#### Art. 98 — Força

Nível dos participantes efetivos pertencerá a FCP.

#### Art. 99 — Campeões heterogêneos

Condição comum de campeão continental não implicará força homogênea.

#### Art. 100 — Quota

Quota geográfica não será tratada como prova de força ou fraqueza.

#### Art. 101 — Clube forte excluído

Ausência de clube forte por cap ou quota informará cobertura, não campo fictício.

#### Art. 102 — Ranking do organizador

Ranking oficial poderá provar acesso e seeding; não será copiado como FCP sem validação.

#### Art. 103 — Mercado

Valor de elenco ou receita será indicador possível, nunca medida exclusiva e trans-histórica de força.

#### Art. 104 — Reputação

Títulos passados, torcida ou camisa não substituirão desempenho contemporâneo no T0-IM.

#### Art. 105 — Incerteza regional

Desigualdade informacional entre confederações será publicada e testada em sensibilidade.

### CAPÍTULO VIII — FORMATO E DCT

#### Art. 106 — PAIM

Toda edição receberá Perfil de Arquitetura Intercontinental–Mundial.

#### Art. 107 — Distribuição ex ante

DCT será estimada pela distribuição dos caminhos possíveis em T0-IM.

#### Art. 108 — DCT-R

Rotas materialmente assimétricas receberão DCT por rota.

#### Art. 109 — Caminho do campeão

O caminho retrospectivo do vencedor não definirá DCT.

#### Art. 110 — Número de jogos

Número de partidas não será medida isolada de dificuldade.

#### Art. 111 — Jogo único

Jogo único não receberá bônus ou desconto universal.

#### Art. 112 — Ida e volta

Série em dois jogos não será presumida mais difícil do que final única.

#### Art. 113 — Desempate

Pontos, agregado, jogo extra, prorrogação e pênaltis serão reconstruídos por edição.

#### Art. 114 — Grupos

Potes, restrições, classificados e desempates integrarão a distribuição de caminhos.

#### Art. 115 — Seeding

Seeding será avaliado por seu efeito ex ante, não por adversário efetivamente sorteado ao campeão.

#### Art. 116 — Mando

Mando, alternância e sede integrarão DCT quando materialmente relevantes.

#### Art. 117 — Neutralidade

Sede formalmente neutra não será presumida materialmente neutra.

#### Art. 118 — Descanso

Intervalos regulamentares e assimetrias de descanso integrarão PAIM e DCT/PCE pelos canais próprios.

#### Art. 119 — Torneio escalonado

Duração em meses e entradas distribuídas serão modeladas sem alterar o marco FCP.

#### Art. 120 — Terceiro lugar

Partida de terceiro lugar será registrada para o Bloco 11, sem pontuação neste bloco.

### CAPÍTULO IX — LOGÍSTICA, IPC E PCE

#### Art. 121 — RLM

Distância, fusos, direção, chegada, descanso, clima, sede e deslocamentos serão registrados no RLM.

#### Art. 122 — Efeito verificável

Logística somente afetará variável quando houver mecanismo estrutural, comparável e documentado.

#### Art. 123 — Sem bônus geográfico

Não haverá bônus ou desconto fixo por cruzar oceano, continente ou número de fusos.

#### Art. 124 — Contexto histórico da viagem

Meios de transporte, duração e recuperação serão contextualizados por era.

#### Art. 125 — Fase da temporada

Início, meio, fim, férias e pré-temporada serão registrados sem vantagem presumida.

#### Art. 126 — CACM

PCE utilizará apenas alternativas de calendário efetivamente disponíveis ao participante.

#### Art. 127 — CMCM

IPC e PCE exigirão Corpus Mundial Contemporâneo Multicêntrico.

#### Art. 128 — Cobertura moderna

Competição mundial moderna buscará evidências de todas as confederações representáveis.

#### Art. 129 — Cobertura bilateral

Competição bilateral buscará ambos os sistemas e a sede externa pertinente.

#### Art. 130 — Estratificação

IPC e PCE serão publicados por confederação, participante, fase e fonte quando a evidência permitir.

#### Art. 131 — Mercado não pondera sozinho

Tamanho econômico ou volume documental não decidirá a síntese global.

#### Art. 132 — Linguagem promocional

Discurso do organizador exigirá triangulação com conduta e fontes independentes.

#### Art. 133 — Público

Público e audiência serão contextualizados por capacidade, preço, transmissão e metodologia.

#### Art. 134 — Economia

Premiação e receitas serão comparadas relativamente à época e não copiadas para força ou caminho.

#### Art. 135 — Divergência regional

Prestígio ou prioridade divergente entre regiões será publicado, não artificialmente apagado.

### CAPÍTULO X — CONTINUIDADE E ERAS

#### Art. 136 — FCIM

FCIM será agrupamento investigativo sem equivalência presumida.

#### Art. 137 — TCIM

Alegação relevante de continuidade, retorno, sucessão ou substituição exigirá TCIM.

#### Art. 138 — Dimensões

TCIM separará continuidades jurídica, institucional, estatística, funcional, material e de marca.

#### Art. 139 — Coexistência

Competições simultâneas com títulos autônomos não poderão ser a mesma edição.

#### Art. 140 — Sucessão

Declaração de sucessão provará relação institucional, não igualdade de VVC.

#### Art. 141 — PRIM

Era nova exigirá mudança verificável em propriedade material.

#### Art. 142 — Eras por variável

Variáveis poderão possuir fronteiras cronológicas diferentes.

#### Art. 143 — Hiato

Duração de interrupção não decidirá sozinha continuidade.

#### Art. 144 — Patrocinador

Mudança de patrocinador ou nome comercial não criará ruptura automática.

#### Art. 145 — Troféu

Mudança ou permanência da taça será evidência, não critério suficiente.

#### Art. 146 — Organizador

Mudança de organizador exigirá teste de competência, função e continuidade.

#### Art. 147 — Formato

Mudança profunda de formato poderá criar PRIM para DCT sem alterar todas as dimensões.

#### Art. 148 — Escala

Passagem de universo bilateral a global constituirá ruptura relevante de ARC e TEIM.

#### Art. 149 — Periodicidade

Passagem de anual a quadrienal será registrada e não implicará identidade ou ruptura total automática.

#### Art. 150 — Datas arbitrárias

Décadas, anos redondos e alternância de vencedores não criarão eras.

### CAPÍTULO XI — GOVERNANÇA E OFICIALIDADE

#### Art. 151 — QGIM

Toda edição identificará separadamente titular, organizador, sancionador, executor, anfitrião, financiador e registrador.

#### Art. 152 — Bloco 1 soberano

Elegibilidade do ranking principal continuará regida pelo Bloco 1.

#### Art. 153 — Organização FIFA

Organização direta pela FIFA será distinguida de apoio, colaboração e reconhecimento.

#### Art. 154 — Aprovação

Aprovação por órgão competente será registrada com ato, data e alcance.

#### Art. 155 — Confederações

Competição conjunta de confederações poderá seguir via oficial válida sem organização FIFA direta.

#### Art. 156 — Federação nacional

Execução local por federação não decidirá escala ou oficialidade integral.

#### Art. 157 — Terceiro

Promotor terceiro exigirá prova de delegação, sanção, reconhecimento ou outra via congelada.

#### Art. 158 — Patrocinador

Patrocinador nominal não será tratado como autoridade esportiva sem prova.

#### Art. 159 — Arbitragem

Indicação de árbitros será evidência de participação, não prova autossuficiente.

#### Art. 160 — Dirigente presente

Presença ou entrega de taça por dirigente não provará organização.

#### Art. 161 — Regulamento primário

Regulamento e ato constitutivo terão precedência sobre página editorial posterior.

#### Art. 162 — Ausência documental

Triangulação será permitida; incerteza indispensável remanescente produzirá PD.

#### Art. 163 — Oficial e fraco

Competição oficial poderá ter baixo VVC.

#### Art. 164 — Prestigioso e não elegível

Competição não oficial poderá ter grande importância histórica e permanecer fora do ranking principal.

#### Art. 165 — Catálogo complementar

Eventos não elegíveis poderão ser documentados em índice separado, sem mistura de pontos.

### CAPÍTULO XII — RECONHECIMENTO, SOBREPOSIÇÃO E CONGELAMENTO

#### Art. 166 — QCRIM

Identidade, oficialidade, escala, título, reconhecimento, lista, sucessão e equivalência serão camadas separadas.

#### Art. 167 — DIP-ICO

Reconhecimento intercontinental posterior receberá marcador próprio e preservará AEC.

#### Art. 168 — DIP-MUN

Reconhecimento mundial posterior receberá marcador próprio e preservará AEC.

#### Art. 169 — Objeto exato

Reconhecimento da competição, do título e do vencedor serão objetos distintos.

#### Art. 170 — Competência

Órgão, texto, data, vigência, revogação e escopo do ato serão obrigatórios.

#### Art. 171 — Comunicação

Matéria ou postagem institucional não será equiparada automaticamente a decisão formal.

#### Art. 172 — Status respeitado

Reconhecimento vigente será respeitado na camada institucional sem impor equivalência esportiva.

#### Art. 173 — IPC original

Reconhecimento posterior não entrará retroativamente no IPC da edição.

#### Art. 174 — RSM

Partidas, fases, taças, títulos e méritos sobrepostos serão ligados no Registro de Sobreposição Mundial.

#### Art. 175 — MOIM

Oferta A7/A8 por temporada será publicada, incluindo competições simultâneas.

#### Art. 176 — Uma partida

O mesmo jogo não será contado duas vezes sem duas unidades AU1 documentalmente autônomas e regra futura expressa.

#### Art. 177 — MRE-IM

Toda evidência terá residência primária para impedir dupla contagem entre variáveis.

#### Art. 178 — DCC

Comparação histórica relevante exigirá dossiê vetorial, incerteza e fontes.

#### Art. 179 — Revisão

Mudança dependerá de erro factual ou matemático, evidência nova relevante, incoerência ou contradição interna.

#### Art. 180 — Congelamento

Este Regulamento integra a metodologia congelada e somente poderá ser revisto com autorização expressa, causa metodológica válida, registro da mudança e publicação de nova versão.

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## 21. Decisões aprovadas e congeladas no Bloco 10

As 100 decisões abaixo foram aprovadas integralmente em 14 de agosto de 2026. Sua redação declaratória registra o conteúdo congelado; nenhuma atribui pontos nem antecipa o efeito sobre clubes.

1. O Bloco 10 será protocolo de aplicação das seis variáveis, e não variável mundial adicional.
2. A unidade principal continuará sendo competição–edição, com perfis por rota quando necessários.
3. Toda edição pertinente receberá DCIM próprio.
4. O Bloco 10 permanecerá subordinado integralmente aos Blocos 1 a 9 congelados.
5. O Bloco 10 permanecerá sem pontos, multiplicadores, percentuais e relações fixas entre torneios.
6. Nenhuma regra utilizará identidade, quantidade de títulos ou posição projetada de clubes.
7. A saída técnica continuará sendo o VVC formado por ARC, SAC, FCP, DCT, IPC e PCE.
8. Não haverá bônus nominal por “intercontinental”, “mundial”, “FIFA” ou número de continentes.
9. Escala estrutural, título contemporâneo, reconhecimento vigente e comparabilidade esportiva permanecerão quatro planos separados.
10. Cada edição será reconstruída dentro do SHCIM de sua temporada.
11. O TEIM será obrigatório em casos A7/A8 não óbvios, antigos, híbridos, invitacionais ou reconhecidos posteriormente.
12. TEIM classificará escala, e não força, prestígio, prioridade ou oficialidade.
13. A7-ICO exigirá URE ordinário ligado a pelo menos dois sistemas confederativos ou macro-sistemas continentais historicamente correspondentes, ou confronto titular formal entre eles.
14. Convidado externo isolado não elevará automaticamente uma competição continental a A7.
15. A8-MUN moderna exigirá finalidade mundial e rotas ordinárias para todos os sistemas confederativos operantes.
16. No sistema contemporâneo, todas as seis confederações deverão ter rota ordinária para A8, ainda que haja ausência contingente.
17. URE terá precedência sobre simples contagem dos continentes efetivamente presentes.
18. A porta TEIM-HIS permitirá análise não anacrônica de pioneiros anteriores ao sistema moderno.
19. TEIM-HIS exigirá cumulativamente finalidade mundial, universo historicamente pertinente, seleção documentada, não fechamento bilateral, desenho contemporâneo reconstruível e corpus multinacional.
20. Antiguidade não reduzirá o ônus documental.
21. Nome da competição não decidirá TEIM.
22. Identidade do organizador, isoladamente, não decidirá TEIM.
23. Força ou prestígio elevados não alterarão a escala estrutural.
24. Os resultados do teste serão TEIM-A7, TEIM-A8, TEIM-OUTRA e TEIM-PD.
25. DIP-MUN preservará a AEC original em vez de recategorizar silenciosamente a edição.
26. A MFIM aplicará EVC, FSC, HSC e AUT sem criar variável nova.
27. Campeonato mundial multiclubes, copa de campeões, decisão bilateral, invitacional, qualificatória e fase integrada serão formas distintas.
28. HSC dependerá da função contemporânea provada no SHCIM.
29. Função principal não determinará peso.
30. Competição principal anual e principal quadrienal poderão coexistir sem igualdade automática.
31. Principalidade bilateral não será confundida com abertura mundial.
32. O teste AUT será obrigatório para taças de fase e títulos intermediários.
33. Nome, taça e cerimônia não bastarão para transformar fase em AU1.
34. O RTFI ligará taça interna, jogos, resultado, AUT e competição principal.
35. AU2 não será somada antes de regra expressa dos Blocos 13 e 14.
36. UMP-IM, URE-IM, NOV-IM e CPE-IM permanecerão universos distintos.
37. UMP-IM será reconstruído segundo instituições e logística da época.
38. Toda vaga e fase de entrada receberá rota individual na ARA-IM.
39. ARA-IM registrará origem, filtro, período, mérito, limite nacional, fase, contingência, datas e fonte.
40. Título continental será mérito de SAC, sem cópia integral de seu valor.
41. Ranking plurianual terá fórmula e período reais reconstruídos.
42. Repetição de campeão e realocação de vaga serão preservadas.
43. Limite por país será tratado em ARC/SAC/cobertura, sem bônus fixo.
44. Vaga do anfitrião será decomposta pelo critério real de escolha.
45. Convites serão tipificados por fundamento.
46. Convite não invalidará, bonificará ou descontará automaticamente a edição.
47. Convidado forte poderá elevar FCP sem elevar SAC.
48. Desistente, substituto, causa e data serão preservados.
49. Bye será decomposto entre mérito de acesso em SAC e caminho evitado em DCT.
50. DQ-IM será diagnóstico e não coeficiente temporal automático.
51. SAC será avaliada no momento da obtenção da vaga e FCP no T0-IM.
52. T0-IM precederá a primeira partida integrante da edição.
53. Participante definido depois de T0-IM será medido com dados existentes em T0-IM pelo CDE-IM.
54. Resultados posteriores não contaminarão a força inicial.
55. Campo previsto, titulares, classificados, inscritos, desistentes, substitutos e efetivos serão separados.
56. NPM será ex ante e sem lista eterna de grandes clubes.
57. NEM aplicará o mesmo critério ao universo elegível.
58. CCM-P e CCM-E serão diagnósticos, não variáveis.
59. PFC-IM descreverá forças por confederação sem coeficiente continental fixo.
60. Representação de confederações pertencerá primariamente a ARC e força real a FCP.
61. Campeões continentais não serão presumidos de força homogênea.
62. Clubes fortes excluídos por quota não serão inseridos ficticiamente no campo.
63. Toda edição receberá PAIM.
64. DCT será estimada pela distribuição ex ante dos caminhos possíveis.
65. Rotas assimétricas receberão DCT-R.
66. O caminho retrospectivo do campeão não definirá DCT.
67. Número de jogos não será medida isolada de dificuldade.
68. Jogo único, ida e volta, grupos e mata-mata não receberão bônus universal.
69. Potes, seeding, mandos, byes, desempates e descanso integrarão DCT quando pertinentes.
70. Neutralidade formal será separada de neutralidade material.
71. O RLM registrará distância, fusos, direção, chegada, descanso, clima, sede e deslocamentos.
72. Logística só afetará variável por mecanismo estrutural, comparável e documentado.
73. Não haverá bônus fixo por cruzar oceano, continente ou número de fusos.
74. Fase da temporada será registrada sem vantagem universal presumida.
75. A CACM conterá apenas objetivos e compromissos realmente disponíveis na época.
76. IPC e PCE exigirão CMCM contemporâneo e multicêntrico.
77. Competição mundial moderna buscará evidência de todas as confederações representáveis.
78. Competição bilateral buscará ambos os sistemas e a sede externa pertinente.
79. IPC e PCE poderão ser publicados de forma estratificada por confederação, participante, fase e fonte.
80. Tamanho de mercado e volume documental não decidirão a síntese global.
81. Linguagem promocional exigirá triangulação com comportamento e fontes independentes.
82. Público e audiência serão contextualizados por capacidade, preço, transmissão e método.
83. Economia será comparada relativamente e não copiada para FCP ou DCT.
84. Divergência regional de prestígio ou prioridade será publicada, não apagada.
85. FCIM será agrupamento investigativo sem identidade ou equivalência presumida.
86. Toda alegação relevante de continuidade, retorno, sucessão ou substituição exigirá TCIM.
87. Competições simultâneas com títulos autônomos não poderão ser a mesma edição.
88. PRIM exigirá mudança verificável em propriedade material.
89. Variáveis distintas poderão ter eras distintas.
90. Patrocinador, troféu, década ou ano redondo não criarão ruptura automaticamente.
91. QGIM separará titular, organizador, sancionador, executor, anfitrião, financiador e registrador.
92. Organização, apoio, arbitragem, presença de dirigente e reconhecimento FIFA permanecerão papéis distintos.
93. Competição de terceiro somente entrará no ranking principal por via válida do Bloco 1.
94. Competição prestigiosa não oficial permanecerá no catálogo complementar.
95. QCRIM manterá separadas identidade, oficialidade, AEC, título contemporâneo, reconhecimento, lista, sucessão e equivalência.
96. DIP-ICO e DIP-MUN registrarão o objeto exato, órgão, texto, data, vigência e escopo.
97. Reconhecimento vigente será respeitado institucionalmente sem equivalência esportiva automática nem retroprojeção ao IPC.
98. RSM, MOIM e MRE-IM impedirão dupla contagem de partidas, títulos, taças internas, mérito classificatório e evidências.
99. Comparações relevantes entre competições ou eras exigirão DCC vetorial, fontes e incerteza publicada.
100. Depois da aprovação, qualquer mudança dependerá de autorização expressa, causa metodológica válida e nova versão.

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## 22. Registro de fontes

### 22.1 Função deste registro

As fontes abaixo sustentam a arquitetura do Regulamento. Elas não encerram a análise de nenhuma competição nem substituem o DCIM de cada edição.

Fontes atuais demonstram estado institucional atual; não provam sozinhas prestígio histórico. Páginas editoriais institucionais não substituem regulamentos, atas e resoluções quando estes estiverem disponíveis.

### 22.2 Atos e documentos institucionais

| Fonte | Data | Instituição | Dado relevante | Interpretação metodológica |
|---|---:|---|---|---|
| [Conselho da FIFA — reconhecimento dos vencedores da Copa Intercontinental](https://inside.fifa.com/organisation/fifa-council/media-releases/fifa-council-approves-key-organisational-elements-of-the-fifa-world-cu-2917722) | 27 out. 2017 | FIFA | O Conselho reconheceu como campeões mundiais de clubes os vencedores europeus e sul-americanos da competição disputada entre 1960 e 2004 | Fundamenta DIP-MUN e a separação entre status titular vigente e AEC original |
| [Conselho da FIFA — Mundial de 32 clubes e Copa Intercontinental anual](https://inside.fifa.com/organisation/fifa-council/media-releases/fifa-council-confirms-key-details-for-fifa-club-world-cup-2025-tm) | 17 dez. 2023 | FIFA | Confirma ranking, rotas, formato de 32 clubes e arquitetura anual de seis campeões com fases assimétricas | Fundamenta ARA-IM, DCT-R, coexistência anual–quadrienal e PRIM |
| [Bureau do Conselho — Copa Intercontinental da FIFA 2024](https://inside.fifa.com/organisation/media-releases/bureau-of-the-council-update-on-fifa-intercontinental-cup-2024-tm) | 20 set. 2024 | FIFA | Define cinco partidas, seis campeões, sedes, taças intermediárias e entrada do campeão europeu na final | Demonstra necessidade de PAIM, RTFI, AUT, T0-IM e RSM |
| [Conselho da FIFA — início quadrienal com 32 equipes](https://inside.fifa.com/organisation/fifa-council/media-releases/fifa-world-cup-2022-tm-praised-for-its-unique-cohesive-power) | 16 dez. 2022 | FIFA | Aprova o princípio do torneio de 32 clubes a cada quatro anos e registra adiamento do formato de 24 previsto para 2021 | Periodicidade, cancelamento, continuidade e oportunidade não podem ser inferidos do nome |
| [FIFA — plano de acesso às 32 vagas](https://inside.fifa.com/en/news/all-six-fifa-member-confederations-assured-places-at-expanded-2025-fifa-club) | 15 mar. 2023 | FIFA | Registra alocação continental e princípios de acesso aprovados pelo Conselho | Sustenta URE-IM, ARA-IM, quotas e representatividade estrutural |
| [FIFA — critérios de ranking e limite por país](https://inside.fifa.com/fifa-rankings/fifa-club-world-cup/2025) | acesso em 14 ago. 2026 | FIFA | Expõe vagas, rotas por campeões/ranking, limite de dois clubes por país e exceção para campeões | Demonstra que acesso plurianual, cap nacional e realocações precisam de campos próprios |
| [FIFA — escolha esportiva da vaga do anfitrião em 2025](https://inside.fifa.com/organisation/media-releases/inter-miami-cf-joins-fifa-club-world-cup-2025-tm-line-up-mls-supporters-shield) | 20 out. 2024 | FIFA | Vincula a vaga do país-sede a resultado da fase regular da liga anfitriã | Prova que “vaga do anfitrião” deve ser decomposta, e não tratada como convite uniforme |
| [FIFA — janela extraordinária de inscrição de 2025](https://inside.fifa.com/organisation/media-releases/groundbreaking-transfer-window-club-world-cup-32-teams-sign-new-players) | 21 maio 2025 | FIFA | Registra janela especial e substituições limitadas durante a competição para compatibilizar contratos e calendários | Sustenta PAIM, DQ-IM, mutação de elenco e análise da fase da temporada |
| [FIFA — modelo de premiação de 2025](https://inside.fifa.com/organisation/news/club-world-cup-2025-record-prize-money-unprecedented-solidarity-benefit-club-football) | 26 mar. 2025 | FIFA | Separa pilares de participação e desempenho, com pagamentos diferenciados por origem | Valor econômico requer contextualização e não é sinônimo de dificuldade ou força |
| [FIFA e seis confederações — organização ou reconhecimento no nível competente](https://inside.fifa.com/about-fifa/associations/news/statement-by-fifa-and-the-six-confederations) | 21 jan. 2021 | FIFA, AFC, CAF, Concacaf, CONMEBOL, OFC e UEFA | Declara que competições globais e continentais devem ser organizadas ou reconhecidas pelo órgão competente | Fundamenta QGIM e aplicação estrita da elegibilidade do Bloco 1 |

### 22.3 Fontes históricas institucionais

| Fonte | Data | Instituição | Dado relevante | Interpretação metodológica |
|---|---:|---|---|---|
| [Arquivo FIFA — torneios mundiais de clubes](https://www.archives.fifa.com/fifa_club_world_cup) | acesso em 14 ago. 2026 | FIFA Archives | Lista a edição de 2000, o retorno em 2005 e as edições até 2025 | Arquivo estatístico informa continuidade institucional, mas TCIM ainda separa formato, função e coexistência |
| [FIFA — evolução da competição anual de clubes](https://www.fifa.com/en/tournaments/mens/intercontinentalcup/2025/articles/intercontinental-cup-2025-everything-you-need-to-know) | 11 set. 2025 | FIFA | Registra oito equipes de seis confederações em 2000, coexistência com a antiga Intercontinental, hiato de 2001–2004, retorno em 2005 e nova fase em 2024 | Demonstra por fonte institucional por que coexistência, hiato, sucessão e mudança de formato precisam ser campos separados |
| [UEFA — rede do futebol mundial e antiga Copa Intercontinental](https://pt.uefa.com/news-media/news/01ed-0f86123f3e5e-5d191fc4d62a-1000--rede-do-futebol-mundial/) | 16 dez. 2010 | UEFA | Descreve a prova desde 1960 entre campeões europeu e sul-americano, o jogo no Japão a partir de 1980 e a substituição pelo Mundial FIFA em 2005 | Fundamenta universo bilateral, mudança de sede, QGIM e TCIM sem definir VVC |
| [UEFA — primeira edição da Copa Europeia/Sul-Americana](https://www.uefa.com/news-media/news/0253-0d7b1dc1d1c5-d15b118e07a5-1000--1960-puskas-puts-penarol-to-the-sword/) | arquivo da edição de 1960 | UEFA | Registra a primeira decisão em dois jogos e o sistema de pontos então utilizado | Mostra que regulamento histórico, e não leitura atual de agregado, deve determinar PAIM e DCT |
| [UEFA — projeto do Mundial anual de 2005](https://www.uefa.com/news-media/news/019a-0f84543c9fd0-8976146c9257-1000--blatter-blueprint-revealed/) | 29 fev. 2004 | UEFA | Fonte contemporânea ao anúncio registra seis campeões e entrada europeia na semifinal | Evidência contemporânea para função, acesso, bye e expectativa institucional |
| [UEFA — sorteio e substituição da Copa Intercontinental em 2005](https://www.uefa.com/uefachampionsleague/news/01ab-0ea7e94e4dfd-f7e69284cff0-1000--liverpool-learn-draw-fate/) | 30 jul. 2005 | UEFA | Registra seis confederações, cabeças de chave e substituição da competição europeu-sul-americana | Fonte contemporânea para TCIM, PAIM e HSC |
| [FIFA — Copa Rio de 1951 como primeiro torneio intercontinental de clubes](https://inside.fifa.com/tournaments/mens/clubworldcup/qatar2020/news/paulista-powerhouses-prodigious-pasts) | 30 jan. 2021 | FIFA | A comunicação institucional chama a Copa Rio de 1951 de primeiro torneio intercontinental de clubes e informa campo de oito equipes | Evidência atual de precedência e alcance, a ser decomposta no QCRIM; não encerra TEIM-HIS, oficialidade ou DIP-MUN |
| [FIFA — prioridade declarada no torneio de 2000](https://www.fifa.com/pt/tournaments/mens/fifa-club-world-cup/articles/vasco-manchester-united-edmundo-romario-mundial-2000) | 8 jan. 2025 | FIFA | Reproduz a escolha de um participante de abandonar competição doméstica e registra declaração de busca do título mundial | Ilustra evidência de PCE, que ainda exige fonte contemporânea original e corpus de todos os participantes |

### 22.4 Fontes de resultado contemporâneo e economia

| Fonte | Data | Instituição | Dado relevante | Interpretação metodológica |
|---|---:|---|---|---|
| [FIFA — formato e informações oficiais do Mundial de 2025](https://www.fifa.com/en/tournaments/mens/club-world-cup/usa-2025/articles/teams-dates-venue-groups-draw-matches-tickets) | atualizado em 2025 | FIFA | Registra 32 equipes, oito grupos, mata-mata e ausência de terceiro lugar | Regulamento e ato do Conselho devem alimentar PAIM; a página operacional corrobora o formato |
| [FIFA — audiência e público de 2025](https://inside.fifa.com/organisation/media-releases/club-world-cup-2025-achieves-global-success-with-2-7-billion-audience) | 9 set. 2025 | FIFA | Divulga estimativa Nielsen de alcance e público presencial | Dado posterior pode informar IPC/legado da edição, preservando metodologia, universo medido e proveniência do organizador |

### 22.5 Fontes acadêmicas de apoio

| Fonte | Data | Instituição | Dado relevante | Interpretação metodológica |
|---|---:|---|---|---|
| [Clements et al. — fusos, fadiga e sono em futebolistas](https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36716744/) | 2023 | *International Journal of Sports Physiology and Performance* / PubMed | Em 355 viagens, mais fusos se associaram a piores avaliações de fadiga e sono, com explicação parcial da variação | Logística pode importar, mas não justifica coeficiente fixo nem inferência determinista |
| [Goumas — fusos e vantagem de mando no futebol](https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23517758/) | 2013 | *Journal of Science and Medicine in Sport* / PubMed | Encontra associação entre fusos atravessados pelo visitante e vantagem de mando na amostra estudada | Neutralidade, mando e viagem merecem registro; transferência a outras eras exige validação |

### 22.6 Protocolo de uso

Para cada fonte, a base registrará:

- título e autoria;
- instituição;
- data de produção e acesso;
- URL ou identificação arquivística;
- idioma e tradução;
- tipo de ato e posição na hierarquia;
- trecho ou dado relevante;
- edição, campo e variável a que se aplica;
- interpretação;
- limitações;
- fonte contraditória;
- vigência, quando normativa.

Nenhuma fonte institucional posterior será usada sozinha para reconstruir IPC ou PCE de edição antiga.

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## 23. Ficha operacional do DCIM

### 23.1 Campos mínimos

| Módulo | Campos mínimos | Teste de encerramento |
|---|---|---|
| Identidade | nome, edição, ciclo, datas, temporada, FCIM | unidade identificada ou PD justificado |
| População | modalidade, sexo, idade, equipe principal/reserva | escopo principal confirmado |
| Elegibilidade | via do Bloco 1, oficialidade, AUT, fontes | grau suficiente ou suspensão |
| Governança | QGIM completo, atos e papéis | titular, organizador e sanção resolvidos |
| Escala | TEIM, UMP-IM, URE-IM, AEC, resultado | A7, A8, outra ou PD |
| Função | SHCIM, MFIM, EVC, FSC, HSC, AUT | posição sistêmica reproduzível |
| Acesso | NOV-IM, ARA-IM, quotas, cap, convites, DQ-IM | toda vaga possui rota e data |
| Campo | previsto, classificado, inscrito, desistente, substituto, CPE-IM | participantes efetivos resolvidos |
| Tempo | T0-IM, CDE-IM, entradas tardias, janelas | marco congelado e sem hindsight |
| Força | NPM, NEM, CCM-P/E, PFC-IM, FCP | distribuição e incerteza publicadas |
| Formato | PAIM, DCT-R, sorteio, byes, mandos, desempates | todos os caminhos ex ante modelados |
| Logística | RLM, fusos, descanso, sede, fase da temporada | efeitos provados ou apenas descritivos |
| Contexto | CMCM, CACM, IPC, PCE, economia | cobertura multicêntrica suficiente ou PD |
| Tempo histórico | FCIM, TCIM, PRIM, eras por variável | continuidade e rupturas justificadas |
| Reconhecimento | QCRIM, DIP-ICO/MUN, textos, vigência | história e status atual separados |
| Sobreposição | RTFI, RSM, MOIM, alimentadoras | partidas, títulos e méritos ligados |
| Evidências | fonte, trecho, tradução, interpretação, oposição | qualidade atribuída por campo |
| Variáveis | ARC, SAC, FCP, DCT, IPC, PCE, MRE-IM | residência e incerteza publicadas |
| Auditoria | versão, responsável, revisão mascarada, dados e código | reprodução independente possível |

### 23.2 Identificadores

O banco utilizará identificadores estáveis para:

- competição;
- família;
- edição;
- ciclo classificatório;
- rota;
- vaga;
- participante;
- partida;
- fase;
- taça;
- título AU1/AU2;
- ato institucional;
- fonte;
- versão metodológica.

### 23.3 Estados documentais

Cada campo terá:

- confirmado por fonte primária;
- confirmado por triangulação;
- provável;
- controvertido;
- ausente;
- não aplicável;
- PD impeditivo;
- PD não impeditivo.

### 23.4 Controle de versões

Toda revisão registrará:

- valor anterior;
- valor novo;
- fonte nova;
- motivo;
- campos e variáveis afetados;
- impacto esperado sem observar o ranking;
- autorização.

### 23.5 Exemplos hipotéticos completos

#### Exemplo 1 — final bilateral reconhecida depois

A Taça Épsilon é oficialmente organizada por duas confederações e reúne seus campeões. Décadas depois, autoridade mundial reconhece os vencedores como campeões mundiais.

O DCIM poderá registrar:

- TEIM-A7;
- SAC alta em ambas as rotas;
- campo de dois clubes avaliado em T0-IM;
- DCT de final curta;
- DIP-MUN vigente;
- VVC próprio;
- presença tanto na visão A7 quanto na visão institucional de títulos mundiais.

Não haverá obrigação de igualá-la a uma competição A8 multiclubes.

#### Exemplo 2 — mundial moderno com seis campeões

A Copa Zeta concede vaga aos campeões de seis confederações. Quatro entram em fases iniciais, um na semifinal e outro na final.

O IHFB publicará:

- TEIM-A8;
- seis rotas SAC;
- DCT-R distinta;
- RTFI para taças intermediárias;
- RLM por fase;
- PCE estratificada;
- um único título principal, salvo AUT comprovada.

#### Exemplo 3 — mundial quadrienal

O Mundial Eta reúne campeões de quatro temporadas, classificados por ranking, um anfitrião e quotas continentais.

O IHFB registrará ciclo plurianual, cap por país, realocações, DQ-IM, CDE-IM, NPM/NEM, grupos, mata-mata e janela de elenco. A periodicidade não produzirá bônus de raridade.

#### Exemplo 4 — torneio pioneiro por convite

O Torneio Teta ocorre antes do sistema moderno. Documentos afirmam finalidade mundial; convites foram enviados a clubes de múltiplos centros, alguns recusaram e outros foram substituídos.

TEIM-HIS exigirá prova dos oito requisitos. O campo forte e a multidão não bastarão; tampouco a ausência de uma confederação ainda não estruturada produzirá rejeição automática.

#### Exemplo 5 — competição forte não oficial

A Copa Iota reúne campeões famosos, tem enorme cobertura e premiação, mas não possui organização, sanção, homologação ou reconhecimento válido.

Ela poderá ter IPC e FCP elevados no catálogo histórico, mas permanecerá fora do ranking principal.

### 23.6 Teste de completude

Um DCIM só estará pronto para futura mensuração se:

1. elegibilidade estiver resolvida;
2. TEIM estiver encerrado;
3. todas as vagas possuírem ARA-IM;
4. campo e T0-IM estiverem fixados;
5. DCT-R estiver modelada;
6. CMCM possuir cobertura suficiente;
7. QCRIM e RSM estiverem completos;
8. MRE-IM não indicar dupla contagem;
9. incertezas impeditivas estiverem resolvidas;
10. auditoria independente puder reproduzir a ficha.

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## 24. Relação com os próximos blocos

O Bloco 10 aprovado e congelado entregará:

- ao **Bloco 11**, formatos, finais, grupos, terceiro lugar, empates, pênaltis e unidades de resultado para vices e outras colocações;
- ao **Bloco 12**, a confirmação de que competições mundiais de campeões não são divisões de acesso e a separação de qualificatórias autônomas;
- ao **Bloco 13**, QGIM, QCRIM, AUT, RTFI, convites, interrupções, edições extraordinárias, títulos internos e reconhecimentos controversos;
- ao **Bloco 14**, VVCs, DCT-R, ARA-IM, MRE-IM, RSM e dependências necessárias à fórmula;
- ao **Bloco 15**, PRIMs, DQ-IM, cobertura desigual, cenários AEC/DIP e parâmetros de sensibilidade;
- ao **Bloco 16**, DCIMs, fontes, versões e decisões prontas para o congelamento integral.

### 24.1 Fronteira com o Bloco 11

O Bloco 10 não define ainda porcentagem de vice, terceiro lugar ou semifinal. Ele entrega a estrutura necessária para que o resultado esportivo seja tratado sem confundir final bilateral, grupos, bye e mata-mata.

### 24.2 Fronteira com o Bloco 13

Casos de título compartilhado, torneio interrompido, campeão administrativo, múltiplos campeões, taça de fase e controvérsia documental terão decisão final no Bloco 13, subordinada aos campos estruturais deste regulamento.

### 24.3 Fronteira com o Bloco 14

Nenhuma visão especializada definida na Seção 19 receberá pontos antes da fórmula. Os filtros serão aplicados à mesma base, sem pesos alternativos ocultos.

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## 25. Agenda posterior ao congelamento

Depois da aprovação metodológica — e ainda sem inserir campanhas de clubes — recomenda-se:

1. montar MOIM desde os primeiros torneios intercontinentais identificados;
2. catalogar todos os candidatos A7/A8 e os eventos complementares;
3. executar QGIM e elegibilidade do Bloco 1;
4. aplicar TEIM e MFIM;
5. reconstruir UMP-IM, URE-IM, NOV-IM, CPE-IM e ARA-IM;
6. fixar T0-IM e campos de definição escalonada;
7. construir NPM, NEM, CCM-P/E e FCP;
8. elaborar PAIM, DCT-R e RLM;
9. montar CMCM por família e era;
10. executar FCIM, TCIM e PRIM;
11. completar QCRIM, DIP-ICO/MUN, RTFI e RSM;
12. auditar MRE-IM e DCCs;
13. publicar perfis sem pontos;
14. somente depois remeter os dados ao Bloco 14.

### 25.1 Ordem recomendada dos estudos de caso

Sem conclusão prévia, sugere-se a seguinte ordem técnica:

1. Copa Europeia/Sul-Americana e suas mudanças até 2004, por oferecer caso claro de rotas continentais e formatos históricos;
2. Mundial FIFA de 2000, para testar A8, coexistência e grupos;
3. Mundial FIFA de 2005–2023, para testar campeões de seis confederações, anfitrião e byes;
4. Copa Intercontinental FIFA desde 2024, para testar DCT-R, CDE-IM e taças intermediárias;
5. Mundial de 32 participantes, para testar ciclo plurianual, ranking, quotas e campo amplo;
6. Copa Rio Internacional, após os instrumentos estarem validados, com arquivo contemporâneo e institucional completo;
7. demais competições intercontinentais oficiais ou candidatas;
8. torneios históricos não oficiais para o catálogo complementar.

A ordem reduz dependências; não declara hierarquia de valor nem antecipa solução de controvérsia.

### 25.2 Revisão mascarada

Antes de publicar qualquer conclusão nominal, os formulários de TEIM, ARA-IM, FCP, DCT-R, IPC e PCE serão testados com identificadores anônimos. A identidade dos clubes somente será reintroduzida após o fechamento técnico do dossiê.

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## 26. Registro de congelamento

As 100 decisões foram aprovadas integralmente e converteram a proposta 0.1, sem alteração material, em:

> **BLOCO 10 APROVADO — REGULAMENTO DAS COMPETIÇÕES INTERCONTINENTAIS E MUNDIAIS — versão 1.0**

O Regulamento encontra-se congelado. Qualquer revisão dependerá de autorização expressa, causa metodológica válida, registro de versão e análise do impacto esperado.

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**Fim do Regulamento aprovado e congelado — Bloco 10, versão 1.0.**
